segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Guerra dos Sexos estreia hoje às 19h na Globo

Ah, a eterna e deliciosa disputa entre homens e mulheres! Que graça teria a vida se os dois únicos exemplares da espécie humana não vivessem em constante rixa?! Como seria sem as implicâncias e divertidas brincadeiras sobre superioridade?!

Desde que o feminismo começou a ocupar as manchetes de jornais, a busca por igualdade e o equilíbrio entre os gêneros ganharam força. O movimento de 1970 impulsionou a procura feminina por posição profissional. Coube ao homem aceitar que a mulher já não era subordinada, mas sim... sua rival? Porque rival? As meninas só queriam o espaço delas. Foram além? É, pode ser... de lá pra cá, muita coisa mudou na relação entre homens e mulheres e a discussão está longe de ter um fim.

Mas entre espinhosas alfinetadas, há também espaço para românticas declarações. E assim vivem nossos protagonistas - na mais perfeita química entre amor e ódio.

A idade não é empecilho para Charlote II de Alcântara Pereira Barreto (Irene Ravache). Charlô, como prefere ser chamada. Exímia piloto de carro, moto e avião, também atira como ninguém e pratica aulas de paraquedismo. Se você já está sem ar, imagine quando souber que ela também é adepta de safáris na África, missões antropológicas pelas selvas amazônicas e furtivos casamentos e arrebatadoras aventuras amorosas. Alegre e destemida, só perde o humor quando o primo a chama de Cumbuqueta.

Em retaliação, Otávio II de Alcântara Rodrigues e Silva (Tony Ramos) é logo apelidado de Bimbinho por Charlô. O sexagenário senhor é sisudo, medroso, cheio de manias e hipocondríaco. De hábitos pouco saudáveis, parece até ter alergia a palavra ginástica. Só lhe vemos com disposição quando está a proferir rebuscados e moralistas discursos sobre as maravilhas de ter nascido homem. Poucas mulheres passaram por sua vida, apesar de muitos desconfiarem de que, em suas fugas na calada da noite, realiza encontros amorosos com algumas “rivais”.

Comprovando a teoria de que os opostos se atraem, os dois – acredite se quiser! - tiveram um tórrido romance na adolescência. Chegaram a ficar noivos, mas Charlô II jamais aceitou os mandos do machista Otávio II, que, por sua vez, nunca cederia a uma feminista. O grande amor acabou se transformando em ódio. Separados, mantiveram em comum apenas a paixão pelo golfe e o gosto por apostas.

E se tivessem apostado, jamais imaginariam que uma herança milionária e uma condição surpreendente os uniriam outra vez. Os dois quase caíram para trás quando o tabelião leu o testamento de Charlô I (Fernanda Montenegro) e Otávio I (Paulo Autran), mortos de infarto duplo numa prolongada noite de amor. Os tios homônimos deixaram para seus únicos descendentes a mansão onde viviam e a rede de loja Charlô’s, sem direito a negociação de venda fora da família. Os primos, teimosos e irredutíveis, preferiram dividir a mesma casa e a administração das lojas a ter que ceder e vender seus exatos 50% para o outro.

A coincidência assombrou a governanta Olívia (Marilu Bueno). Ela não acreditou que, depois de anos servindo ao excêntrico casal, que também se odiava e acabou casando, teria agora que dividir-se entre os novos moradores da mansão. Charlô ocupa um lado da casa; Otávio, o outro. A sala principal, onde se encontram pelas manhãs, é vigiada pelos enigmáticos olhares dos tios, imortalizados em grandes quadros sobre a lareira. Olívia, sempre assustada, jura que as imagens mudam de expressão. Será?

Os implicantes primos movimentam o lugar como ninguém. Quer dizer, o primo, o filho da prima, as filhas do filho da prima... e mais alguns moradores de São Paulo que, vez ou outra, aparecem por ali.

Apesar de não morar na mansão, Felipe (Edson Celulari) está sempre visitando a mãe adotiva Charlô e as filhas Juliana (Mariana Ximenes) e Analú (Raquel Bertani), que moram com a avó. Trabalha ao lado de Otávio como diretor-administrativo das lojas da família. Opa! Otávio? Você disse Otávio? Sim, o pior é que, para infelicidade de Charlô, o filho é o braço-direito do tio e absolutamente idêntico a ele em temperamento e ideologia. Da mãe, puxou apenas o gosto por casamentos. Coleciona ex-mulheres e já foi inclusive proibido por Otávio de casar-se novamente. É dessas pessoas que não têm a capacidade de manter as coisas em ordem, mas mesmo assim consegue achá-las no meio do caos.

E por falar em casamento, o que dizer de Analú, a caçula de Felipe?! A moça, confusa como o pai, desistiu do noivo Kiko (Johnny Massaro) no fatídico dia do “sim”, já vestida de noiva. Nem a pomposa cerimônia organizada na casa da família conseguiu segurá-la: Analú pulou a janela e correu pelos jardins da mansão até desaparecer pelo portão. Ela é assim mesmo: inconsequente e volúvel, a cada semana aparece com um estilo diferente e abraça uma nova causa. Otávio jura que a fuga da sobrinha teve o dedo de Charlô.

A irmã mais velha Juliana é completamente diferente. Altamente competente, ela coordena a chefia de departamentos da Charlô’s. Feminina, bem-sucedida e consciente do papel da mulher na sociedade, é o orgulho da avó de quem é fiel escudeira. Adora o pai Felipe, mas profissionalmente não concorda com ele. Ela protagoniza discussões acaloradas sobre o rumo das lojas, mostrando-se uma mulher firme. Atrai olhares a quilômetros de distância por sua beleza e simpatia, mas possui certa melancolia que intriga Nando (Reynaldo Gianecchini).

Ah, como não falar dele! Nando é o motorista da família Alcântara. É o confidente e aliado de Otávio, o único que sabe onde o patrão passa as noites quando não dorme em casa. Se quiser falar com ele, terá que procurá-lo além da garagem da mansão. O boa gente Nando pode ser visto fugindo de cachorros, escalando árvores e pulando muros. As confusões em que se mete são de perder o fôlego! Aliás, mesmo inerte ele deixa qualquer uma sem ar. Lindo e de porte atlético, não tem a menor noção do impacto que causa nas mulheres. Mas adoraria abalar o coração de Juliana. Apaixonado, a observa de longe, quietinho. Ele acredita não ter a menor chance com a moça...

Juliana realmente não tem olhos para Nando. E nem tinha para Fábio (Paulo Rocha) quando o conheceu. O ex-secretário de Felipe, vindo de Portugal, vivia na mansão e era muito querido por todos. Em Juliana, encontrou uma amiga com quem dividia seus problemas e a vontade de pedir demissão para dedicar-se à fotografia. A admiração acabou virando amor, mas os dois perceberam tarde demais, quando Fábio já estava casado com Manuela (Guilhermina Guinle).

Viram como o motorista conhece a amada? Juliana realmente carrega a tristeza e a culpa de se relacionar com um homem casado. E da paciência que precisa para tê-lo só para si.

Manuela não é uma mulher fácil e nem pensa em abrir mão do casamento. De família rica e sofisticada, gosta de fazer inveja nas amigas ao posar ao lado do lindo e bem-sucedido marido, o agora fotógrafo das lojas Charlô’s. É problemática, fútil, perturbada e não enxerga o pouco carinho e atenção que dá à pequena Ciça (Jesuela Moro). Fábio sonha com o dia em que conseguirá assumir seu amor por Juliana, mas tem verdadeira adoração pela filha e não quer que seu xodó sofra com a separação.

Enquanto espera a situação se resolver, o casal mantém o segredo dentro da empresa. Para não levantarem suspeitas, Juliana e Fábio se aproveitam das diferenças naturais entre eles para parecerem dois inimigos. Vivem às turras, discutindo por qualquer coisa e opondo-se ao ponto de vista do outro. Longe dos olhares curiosos, vivenciam encontros apaixonados.

Para que ninguém desconfie do seu segredo, Juliana resolve aceitar novamente os galanteios de Ronaldo (Jesus Luz), seu ex-noivo e o mais novo contratado da Charlô’s. Fábio, por sua vez, finge paquerar as modelos da loja, apesar de demonstrar veracidade impressionante em determinados momentos. Há quem jure que as noites depois do expediente rendem bem para o fotógrafo.

De complicado, esse amor não tem apenas o casamento de Fábio. Em surpreendente acordo e para frear as constantes investidas de Felipe nas moças da empresa, Otávio e Charlô decidiram proibir relações amorosas entre os funcionários de toda a rede de lojas. Sem exceções! A multa pela infração é a sumária e justa demissão!

No caso de Felipe, a situação ainda se agrava pela perda de seu cargo e herança. Mas a verdade é que ele parece não ligar a mínima para a norma da empresa. Também pudera! Que homem resistiria ao estonteante par de pernas de Vânia Trabuco de Morais (Luana Piovani)?

A executiva da Charlô’s sabe de seu poder. Por todas as empresas por onde passou, acumulou um grande histórico de cantadas e paqueras. Mestre na arte da sedução, sempre se esquivou de todas elas com discrição e destreza. Quando começou a trabalhar nas lojas, o primeiro admirador de sua beleza foi Otávio, mas o que encantou Vânia foi o ar displicente de Felipe.

A relação dos dois é discretíssima. A executiva é ambiciosa o suficiente para não deixar qualquer pista que possa colocar em risco sua posição dentro da loja e abalar a confiança que Charlô e Juliana depositam nela.

Longe de ser dissimulada e mau caráter, Vânia mata muito homem de inveja por sua segurança e competência. Não tem para ninguém: ela fura qualquer bloqueio, resolve qualquer problema e é clara em qualquer assunto, principalmente quando se trata de marido e filhos... que não quer ter sob hipótese alguma. Mas nem tudo é tão claro e certo quando a questão são seus relacionamentos. Vânia se envolverá com Ulisses (Eriberto Leão), um carregador das lojas cujo sonho é formar família e morar numa casinha com gerânios na janela.

As pessoas que trabalham nas lojas Charlô’s são animadas, mas os moradores da Vila da Mooca não ficam atrás. Ali pela Zona Leste de São Paulo, vive uma família bastante peculiar, a começar pelo nome do patriarca.

Dinorah Carneiro (Fernando Eiras)! Ué, não seria matriarca? Não, não. Para a infelicidade de Nieta (Drica Moraes), o nome do marido é mesmo este! Dino, como o chamam, é o comprador e contador da Positano, a confecção de seu cunhado Vitório (Carlos Alberto Ricceli). Honestíssimo como poucos, irritando ainda mais a esposa, passará por uma verdadeira provação quando aparecer a oportunidade de crescer de maneira um tanto quanto obscura.

Nieta é assim mesmo, meio amargurada, meio ranzinza, mas no fundo é boa gente. Ao contrário da irmã Roberta (Glória Pires), não deu certo na vida e a pobreza é algo insuportável para ela. Ajuda em casa cozinhando para fora, vendendo marmita ou até mesmo fazendo canudinho de coco para vender na feira. Apesar de tudo, tem vontade de vencer e, na falta absoluta de papas na língua, vai nos matar de rir com suas tiradas!

O casal teve Carolina (Bianca Bin), nosso lobo em pele de cordeiro, nossa vilã, que poderia facilmente seguir carreira de atriz tamanha a facilidade para se passar por boa moça. É o orgulho da mãe, que não faz a menor ideia das verdadeiras intenções da filha: trabalhar nas lojas Charlô’s, roubar o cargo de Juliana e conquistar o fotógrafo Fábio (Paulo Rocha). Enquanto arquiteta sua ascensão, namora temporariamente (segundo ela), o ingênuo Ulisses da Silva, carregador da Charlô’s e aspirante a campeão de MMA (Artes Marciais Mistas).

Na casa dos Carneiro, ainda há espaço para Nenê Stallone (Daniel Boaventura), irmão de Nieta e Roberta. O apelido, já se imagina de onde vem, não é mesmo?! Nenê se acha tão parecido com o ator americano que passa horas trabalhando os bíceps e tríceps no quintal da casa. E atenção: não esperem outro tipo de trabalho do quarentão. Da categoria “não venci na vida”, tira dinheiro de onde pode até achar a mulher perfeita para dar o golpe do baú. Imaginem o momento em que o bonitão conhecer Charlô e, automaticamente, matar Otávio de ciúmes!

Em casa geminada, moram os vizinhos Da Silva. Ulisses, namorado de Carolina; Zenon (Thiago Rodrigues), seu irmão mais novo; e Frô (Mariana Armellini), atendente na lanchonete da Charlô’s. Feinha e sem muita sorte no amor, enfrenta a superproteção dos irmãos enquanto sonha em conquistar o amado Nando, que aluga um quarto na casa.

Zenon é um parágrafo à parte. Mais malandro do que mau caráter, se aproveita do incentivo do irmão nos treinos de MMA para não precisar trabalhar. Treinos esses que acontecem uma vez na vida e outra na morte! Seu esporte preferido é mesmo o trio farra-mulheres-bebida! O rapaz é a verdadeira paixão de Carolina, e o castigo da moça, assim como ela é o seu. Zenon é o único que conhece o caráter da cunhada. Até que os dois formariam um lindo casal, não acham?

Lembra do vexame do casamento na mansão dos Alcântara? Pois então... ali foi o início de tudo!

A fuga de Analú deixou a família de cabelo em pé! Era preciso avisar os convidados de que já não haveria casamento. O pai da noiva tentava educadamente explicar o ocorrido, mas a mãe do noivo falava em cima e o acusava de irresponsável. Frente a frente, olho no olho, Roberta e Felipe soltavam faíscas de raiva!

Como apagar esse incêndio? Com água? Não, com torta na cara! No ápice da confusão, uma pobre torta de morango, que passava despretensiosamente pelo local, é arremessada por Roberta com direção única e certeira: o rosto de Felipe. Pasmo, ele só teve forças para retirar os óculos sujos de chantilly.

Digna de novela, a cena poderia render deliciosas gargalhadas aos presentes se não tivesse culminado no infarto fulminante de Vitório Leone, pai do noivo e marido de Roberta, que não resistiu ao imbróglio e faleceu ali mesmo.

Roberta foi do céu ao inferno. Depois de 20 anos de um casamento feliz com um companheiro extraordinário, ela estava sozinha e desamparada. Os dois formavam mais que um casal, eram uma dupla: ele, um excelente empresário; ela uma perfeita anfitriã, que organizava os incríveis desfiles da Positano Sport Club, marca de roupas esportivas que Vitório criou e gerenciou até sua morte.

Viúva, Roberta encontrou resistência dos diretores da fábrica em aceitar sua decisão de assumir a presidência. Tirando forças sabe-se lá de onde, ela se manteve firme e determinada, principalmente quando Otávio entrou em ação reivindicando sua parte da Positano.

Ninguém conseguia acreditar, mas na verdade o casamento era armado, um negócio entre Otávio e Vitório, que além de uma vultosa quantia em dinheiro, paga por Otávio a Vitório, ainda incluía uma forcinha na relação entre Kiko e Analú em troca de ações da Positano. A união serviria bem para as duas famílias e perfeitamente para Otávio, que teria mais poder dentro da Charlô’s, já que a marca era fornecedora exclusiva da rede de lojas.

O valor estipulado foi pago a Vitório, a transação documentada, mas misteriosamente tanto o dinheiro quanto os recibos desapareceram na tarde do casamento. Acabou ficando o dito pelo não dito: Otávio jura que Roberta o está enganando para não entregar-lhe sua parte; e Roberta tem total convicção de que Otávio está blefando.

Assumidamente um contra o outro, iniciam-se as batalhas: Otávio quer cancelar o contrato com a Positano entregando a exclusividade a outra marca; Roberta pede uma reunião definitiva com Otávio, ele não concede; Felipe discute com ela e a põe pra fora de sua sala; Otávio cancela o desfile da próxima coleção num renomado evento de moda, promoção idealizada por Charlô; Roberta entra com um processo na justiça contra a rede de lojas; Felipe pressiona os homens da diretoria e os convence de que os produtos Positano perderão qualidade, agora comandados por uma mulher; até que...

...CATAPLOFT!!! Charlô cai de paraquedas e bem no meio do campo de golfe onde Otávio joga. Avisada por Juliana sobre toda a situação na loja, ela realmente não poderia manter-se ausente e decidiu então abandonar o seu curso de paraquedista de guerra no Iraque em prol do bom funcionamento das lojas. Enfim, com o seu retorno, o primo se assusta e a briga se acirra.

Sem acordo de paz por nenhum dos lados, a instabilidade dentro das lojas parecia não ter fim. Porém, depois de mais uma acalorada discussão sobre os valores masculinos e femininos, a solução chega de maneira irreverente e bastante conhecida da família Alcântara. Uma APOSTA entre Otávio e Charlô! Um dos dois deverá abrir mão de sua parte em nome do outro, num arriscado jogo de 100 dias, período em que Charlô e sua equipe têm para elevar o lucro da principal loja da rede. Se falhar, além de perder tudo o que herdou, ela ainda terá que assinar um atestado definitivo de incompetência, reconhecendo a superioridade masculina sobre o seu sexo. Mas, se vencer, quem perde tudo e assina o atestado é Otávio.

Desafio aceito, GUERRA DECLARADA! De um lado, a trapaceira e ardilosa dupla Otávio e Felipe. Do outro, Charlô, Juliana, Vânia e Roberta Leone. E quem mais aparecer e quiser entrar na confusão! No final da cômica disputa, o troféu é a prova da superioridade... masculina? Ou seria da feminina? Homens e mulheres, sigam o exemplo... façam suas apostas!

Fazem parte do elenco ainda:
Baltazar (Ronnie Marruda) – Segurança da casa, se diz neutro na guerra mas está claramente do lado de Otávio (Tony Ramos).
Lucilene (Thalita Lippi) – Secretária da diretoria da loja, aluga um quarto na casa de Nieta (Drica Moraes). É apaixonada por Ulisses (Eriberto Leão) e amiga de Carolina (Bianca Bin).
Leda (Antonia Morais) – Vinda de Minas Gerais, começa a trabalhar na diretoria e disputar espaço com Vânia (Luana Piovani). Vai se envolver com Ronaldo (Jesus Luz).
Divina (Thais Portinho) – Trabalhadora doméstica da casa de Roberta.
Veruska (Mayana Moura) – Secretária da diretoria da Positano, é amante de Vitorio (Carlos Alberto Ricceli) e falsa amiga de Roberta (Gloria Pires). Vai se envolver com Nenê (Daniel Boaventura).
Semíramis (Debora Olivieri) – Tia de Ulisses (Eriberto Leão), Zenon (Thiago Rodrigues) e Afrodite (Mariana Armellini), é uma solteirona romântica apaixonado por Nenê (Daniel Boaventura).
Montanha (Marcelo Barros) – Preparador de MMA (Artes Marciais Mistas) de Ulisses (Eriberto Leão) e Zenon (Thiago Rodrigues). É apaixonado por Semíramis (Debora Olivieri).

Guerra dos Sexos tem autoria de Silvio de Abreu com colaboração de Daniel Ortiz, direção de núcleo e geral de Jorge Fernando e direção de Ary Coslov, Marcelo Zambelli e Ana Paula Guimarães.

Guerra dos Sexos estreia hoje, dia 1º de outubro, às 19h00.
Vai ao ar de segunda a sábado, das 19h00 às 20h00.
Novela exibida em alta definição (HD) e com Closed Caption.
Classificação indicativa: livre.

Fonte: Diretoria de Comunicação Transmídia - CGCOM




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