segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Nova novela das seis, A Vida da Gente estreia hoje na Globo

O termo família foi criado na Roma antiga e, através do latim, entrou para a língua portuguesa no século XVI. Hoje, um único significado para a palavra é praticamente impossível. Para alguns, valem os laços sanguíneos. Para outros, as conexões e afetividades que nos sustentam. Em A Vida da Gente um panorama das configurações familiares contemporâneas, que há muito extrapolaram a definição do dicionário.

Ana Fonseca (Fernanda Vasconcellos) e Rodrigo Macedo (Rafael Cardoso), nascidos e crescidos em Porto Alegre, conviveram como irmãos postiços durante boa parte da infância e adolescência, desde que Eva Fonseca (Ana Beatriz Nogueira), mãe dela, e Jonas Macedo (Paulo Betti), pai dele, se casaram. Hoje, no auge da juventude, hormônios à flor da pele, descobrem-se apaixonados, ao mesmo tempo em que, por ironia do destino, seus pais iniciam um violento e litigioso processo de separação.

Rodrigo e Ana são obrigados a um término precoce e devastador para ambos. Com rebeldia típica dos jovens, tentam manter o romance em segredo, mas Jonas e Eva, agora separados, jogam sujo, interceptando emails, telefonemas, e conspirando para a dissolução do namoro que, por fim, acaba morrendo.

Porém, um mês depois, Ana, em pânico, descobre-se grávida depois do único encontro que teve com seu amor proibido. Eva, dominadora, não se conforma: além do inconveniente de a filha adolescente estar grávida do ex-enteado, cujo pai Eva agora odeia, um possível neto ameaçaria o sustento de toda a família, já que Ana - tenista promissora, com títulos e troféus - é contratada por uma poderosa empresa de artigos esportivos para representar a imagem publicitária de juventude, disciplina e saúde.

Ana cede então à chantagem da mãe, pensando também na irmã Manuela Fonseca (Marjorie Estiano), jovem levemente manca, gauche [sem muita aptidão] e sensível. No plano engendrado por Eva para livrá-las da difícil situação, farão uma viagem - período suficiente para a gestação e o nascimento do bebê - voltando em seguida. A bebê, Júlia (Jesuela Moro), suposta nova irmãzinha de Manuela e Júlia, será apresentada como filha de um caso fortuito de Eva no exterior.

Ana retoma a carreira de tenista, preocupada com o sustento da filha/irmã, e volta a treinar.

Os conflitos entre Ana e a mãe se acirram e as discordâncias sobre a criação de Júlia são cada vez maiores. Autocentrada, Eva matricula a criança em uma creche de período integral. Exasperadas com a tirania da mãe, Ana e Manu - mais que irmãs, amigas como jamais se viu - decidem procurar a avó, a doce Iná (Nicette Bruno), em Gramado, onde pretendem se estabelecer e criar Júlia.

Na calada da noite, Ana e Manu pegam um carro e partem em segredo, levando a pequena Júlia. Ao volante, Manu, passa sobre um buraco na pista, o carro capota e... afunda num lago, do qual ela rapidamente emerge, trazendo Júlia nos braços. Já Ana, retirada de lá algum tempo depois, entra num coma profundo e, segundo os médicos, irreversível.

À beira da cama da amada desacordada, Rodrigo, arrasado, confessa seu amor. A cena destrói o coração de Manu que, num ímpeto, revela ao rapaz toda a verdade: Júlia é, na verdade, filha dele com Ana. A descoberta tem, para Rodrigo, o sabor de um renascimento. E ele promete à inconsciente Ana resgatar e cuidar para sempre da filha dos dois.

Movido pela paixão, Rodrigo entra na justiça e, após o teste de DNA, consegue a guarda de Júlia, deixando Eva judicialmente encrencada. Revoltada com a filha por tê-la denunciado ao ex-enteado e agora genro, Eva expulsa Manu de casa.

Na casa de Rodrigo, a situação não é diferente: Jonas, pai autoritário - empenhado em fazer do filho seu sucessor nos negócios da família - o ameaça: ou o rapaz desiste de desgraçar a própria vida, atrapalhando estudos e a carreira para assumir sozinho, antes dos vinte anos, a paternidade de uma criança ou o faça longe dali!

Rodrigo sai de casa desnorteado, sem dinheiro ou perspectiva profissional, levando consigo a filha pequena. Sem saber o que fazer, ou aonde ir com a criança, busca refúgio na casa da avó de Manu, em Gramado.

Vivendo com vó Iná, íntegra e trabalhadeira, Rodrigo e Manu dividem os cuidados com Júlia. É duro terem a juventude, os estudos, as festinhas subitamente roubados. Mas o bom coração de ambos fala mais alto e, guiados pelo amor comum à irmã/amada, prosseguem compartilhando cada dificuldade e cada pequena alegria, lutando para dar a Júlia o que Ana certamente lhe daria, se não estivesse inerte sobre a cama.

O tempo passa, o quadro de Ana parece irreversível. Júlia se desenvolve, com irresistíveis sorrisos e gracinhas. Mais do que ampará-los, Iná dá força para que Manu invista num relacionamento com Rodrigo.

De fato, do apoio mútuo entre Rodrigo e Manu, em meio a tanto desespero, nasce um forte sentimento, diferente da paixão entre homem e mulher, porém próximo do mais nobre amor possível entre um e outro. Em uma noite encantadora em família, Júlia dá seus primeiros passos e chama os dois de “papai” e “mamãe”. E então... Rodrigo e Manu se beijam.

A história salta quatro anos e encontramos Júlia crescida, alegre e seguramente amparada pelos “pais”, Rodrigo e Manu, que, agora casados, conseguiram prosperar. Associada a Maria (Neusa Borges) - antiga empregada de Eva, que criou as filhas da patroa com zelo e amor incomuns - Manu abriu um pequeno e bem sucedido negócio de doces e bolos para festas. Rodrigo faz a contabilidade e os contatos da pequena empresa, formou-se arquiteto, como tanto desejava, e hoje estagia num escritório. Tudo parece caminhar a contento, até que uma reviravolta muda o rumo dos acontecimentos...

O telefone toca no pequeno apartamento de Eva, em um bairro residencial de Porto Alegre, anunciando o supostamente impossível: após quatro anos incomunicável em sua vida vegetativa, Ana acaba de despertar.

Fazem parte do elenco ainda:
Lúcio (Thiago Lacerda) – Médico e futuro marido de Ana. É um profissional dedicado, ético e íntegro. Acredita que a afetividade é indispensável em qualquer processo de cura. Perdeu a esposa para um câncer incurável, e amarga a culpa de não a salvar. Estéril, não pôde realizar o sonho de ter filhos em seu casamento e é, por escolha e temperamento, um solitário (motivo do desgosto de médicas e funcionárias do hospital, inconformadas em ver sozinho um homem tão atraente). Mas a paixão por Ana e o amor a Júlia lhe descortinam uma nova vida. Generoso e abnegado, coordena uma ONG de atendimento a crianças com dificuldades motoras.
Cris (Regiane Alves) – Ex-personal trainer e agora Sra. Jonas Macedo. Alpinista social, Cris passa rapidamente de funcionária a patroa na mansão dos Macedo. Tendo vivido sempre na dureza, após o casamento vira uma consumista furiosa, para desagrado de Nanda (Maria Eduarda), filha mais velha de Jonas.
Nanda (Maria Eduarda) – Irmã mais velha de Rodrigo. Filha de Jonas. Rebelde e sem rumo, Nanda também foi criada praticamente sozinha. Acostumou-se a suprir a ausência do pai com a gorda mesada que recebia. Embora não se desse bem com Eva - sua madrasta por anos - chega a sentir falta da “falecida” depois do casamento de seu pai com Cris. Na segunda fase da novela, envolve-se com Lui (Marat Descartes), músico da noite, bom sujeito sem tostão, mas com um filho, Francisco, de 10 anos, que virou um mini-adulto para compensar a imaturidade ameaçadora do pai.
Lui (Marat Descartes) – Músico, financeiramente instável, algo caótico, costuma acompanhar cantores da noite em bares ou restaurantes. Vez ou outra, a encomenda de um jingle lhe dá folga no final do mês. Desencanado e alto astral, encontra em Nanda uma companheira igualmente imatura, pouco responsável ou afeita a convenções. Apesar de afetuoso com Francisco (Victor Navega Motta), não possui a mais remota ideia das reais necessidades de uma criança.
Francisco (Victor Navega Motta) – Inteligente, precoce, tímido e reservado. Embora não seja um menino problemático, decididamente não se comporta como criança. Contrasta com o pai para compensar faltas e excessos. Ainda assim é amoroso, mas não se permite externar sentimentos.
Lourenço (Leonardo Medeiros) – Irmão de Jonas. Tio de Rodrigo e Nanda. Casado com Celina (Leona Cavalli). Inteligente e sensível, vive precariamente do salário de professor e é um escritor frustrado, que não conseguiu levar sua carreira literária adiante após o primeiro livro. Ama a esposa, mas, ano após ano, recusa-se a dar-lhe um filho, pois sabe que uma criança tolheria ainda mais sua liberdade. Assim, protela indefinidamente a paternidade, para desencanto de Celina, cujo maior sonho é tornar-se mãe. Quando ele aceita o dinheiro de Jonas pela “doação” de sêmen, seu casamento explode.
Celina (Leona Cavalli) – Esposa de Lourenço, pediatra na UTI neonatal do hospital em que Lúcio trabalha. Amiga de Dora (Mallu Gali). Prática e inteligente, estrutura a vida caótica de Lourenço (que desaba após ser abandonado por ela). Louca para ser mãe, percorre a saga da mulher que, perto dos 40, busca um parceiro que lhe dê um filho. Tiago (Caique Crescente) – Filho de Cris e Jonas (com sêmen de Lourenço). Carente, inseguro, vive entregue aos cuidados de sua babá, Lorena (Júlia Almeida). De banho tomado e cheiroso, é levado para um “beijinho de boa noite na mamãe”, em geral de saída para um programa noturno. Instável, tímido, manhoso, começa a apresentar problemas emocionais.
Lorena (Júlia Almeida) – Neta de Laudelino (Stênio Garcia). Esforçada, honesta, bom coração. Formada em enfermagem, procura colocação em sua área. Torna-se uma boa amiga de Manu quando esta chega à casa de Iná com Júlia ainda bebê. Conhece Matias - filho de Maria e jardineiro dos Macedo - na abertura do Sabores da Juju, de Manu e Maria, com quem inicia um namoro. Ele a indica como enfermeira de Tiago. Empregada na mansão, Lorena assume a referência materna do menino, já que Cris e Jonas mal têm tempo ou paciência para tanto. Comovida com o amor e total dependência de Tiago por ela, Lorena mantém-se no emprego.
Vitória (Gisele Fróes) – Treinadora de Ana. Rígida e obstinada, Vitória mantém uma escola de tênis num clube elegante. Arrogante e franca, é famosa pelos petardos que profere contra equipe e alunos. Casada há 10 anos com Marcos (Ângelo Antônio), mãe de Sofia (Alice Wegmann) e Bárbara (Pietra Pan), vive a inversão moderna da mulher que trabalha fora enquanto o marido se ocupa da casa e das crianças. Frágil e desajustado, Marcos é o parceiro perfeito para suportar seu temperamento fálico, controlador e autoritário. Perde Marcos para uma mulher comum, sem fama, dinheiro ou talento, e revida atazanando a vida do ex-marido, sem pudores em usar os filhos.
Marcos (Ângelo Antônio) – Marido de Vitória. Pai de Sofia e Bárbara. Partidário do menor esforço, embora graduado em Direito, acomodou-se à confortável rotina doméstica criada pela mulher. Faz com que seu desemprego permanente pareça uma opção, um desejo irrefreável de acompanhar de perto a infância de seus filhos. Com o tempo, porém, o crescimento profissional de Vitória cavou um abismo entre o casal. O dia inteiro enfurnada no trabalho, a esposa monitora-o e às crianças pelo celular, o que faz Marcos sentir-se um empregado, ou mesmo um outro filho de Vitória. Incomodado, passa a ver-se como mero coadjuvante em sua própria vida. Assim, encontra em Dora (Mallu Gali), mulher comum - mãe de uma colega de sua filha, devotada a casa e aos filhos -, alguém que o compreende e admira.
Alice (Sthefany Brito) - Filha biológica de Vitória, criada por Suzana (Daniela Escobar) e Cícero (Marcelo Airoldi). Grande amiga de Ana. Alegre e otimista, Alice cresceu sabendo que foi adotada. Criada com amor e esmero por Suzana e Cícero, é um exemplo de adoção bem sucedida, e hoje retribui aos pais o carinho e atenção que recebeu. Ainda assim, com a entrada na adolescência, Alice sente-se inquieta, e passa a querer conhecer seus pais biológicos.
Dora (Mallu Gali) – Íntegra e batalhadora, cria a filha com o suor de seu trabalho na segunda fase da novela, já separada do marido. Conhece Marcos na primeira fase e encanta-se com aquele pai tão participativo na criação das crianças. Assistente Social, trabalha no mesmo hospital que Lúcio e Celina.
Olívia (Anna Rita Cerqueira) – Filha de Dora. Criada praticamente sem pai, afeiçoa-se a Marcos.
Renato (Luiz Carlos Vasconcellos) – Conhece Vitória na faculdade e, do rápido namoro que têm, nasce Alice, entregue em seguida para adoção. Renato mal registra a gravidez da ex-namorada e o consequente nascimento da filha. Anos mais tarde, porém, arrepende-se profundamente. Ex-alcóolatra, há cinco anos recuperado, luta para se reinserir socialmente e conseguir trabalho. Ao conhecê-lo - doce, amoroso e carismático - Alice se comove com a história do pai e decide ajudá-lo na reabilitação.
Suzana (Daniela Escobar) – Mãe de criação de Alice. Sabendo-se estéril, optou pela adoção ainda nos primeiros anos de casamento. Com o marido bem estabelecido, resolveu deixar o emprego e dedicar-se exclusivamente à maternidade. Dona de casa impecável, esposa exemplar e mãe extremada.
Cícero (Marcelo Airoldi) – Pai adotivo de Alice. Provedor, bem-sucedido, responsável, é dono de uma concessionária de automóveis (onde Alice tenta, a todo custo, colocar Renato). Apaixonado pela filha, Cícero sofre ao perceber, algo enciumado, a necessidade de convívio da menina com o pai biológico.
Laudelino (Stênio Garcia) – Namorado de Iná. Marceneiro, íntegro, trabalhador, é louco por ela. Romântico, faz o gênero “amante à moda antiga”. Muito pobre na infância, conseguiu prosperar à custa do próprio trabalho. No entanto, a lembrança da miséria do passado, hoje, de certo modo o impede de desfrutar do que possui. É o popular pão duro. Porém, como os opostos se atraem, encantou-se justamente por Iná: mão aberta, desprendida. As incontáveis diferenças e contrastes entre Iná e Laudelino tornam o casal improvável, mas, ainda assim, extremamente apaixonado e encantador. Vive com a neta, Lorena.
Matias (Marcelo Mello Jr.) - Filho de Maria (Neusa Borges). Empregado da mansão dos Macedo. Trabalhador, esforçado, banca com o próprio salário a faculdade de comunicação. Foi criado com tal amor por Maria que, mesmo adulto, mantém-se ingênuo e menino, numa certa medida incapaz de perceber a crueldade do mundo.
Cléber (Tadeu Di Pietro) – Advogado e “personal puxa-saco” de Jonas, que mantém com ele uma relação no estilo “O médico e o monstro”. Num bom dia, Jonas deixa aflorar sua porção “médico” e recebe Cléber como a um amigo, dividindo com ele seus segredos e aflições; mas, quando algo o desagrada, virado em “monstro”, Jonas não hesita em descarregar nele sua irritação e mau humor. É sempre encarregado das tarefas desagradáveis, como a de dar à explosiva Eva a notícia de que quase nada do patrimônio de Jonas lhe caberá, na separação.
Dona Moema (Claudia Melo) – Cuida do marido acamado e, por isso, sabe tudo sobre remédios. Com o seu jeito "medicamentoso”, conquista o amor do hipocondríaco Wilson (Luiz Serra), que torce para que ela finalmente fique viúva para fazer-lhe a corte.
Seu Wilson (Luiz Serra) – Neurastênico, sofre diversos tipos de TOC. Trabalha na marcenaria de Laudelino e é apaixonado por Moema, de quem espera a viuvez para poder, enfim, confessar seus sentimentos.
Vivi Mourão (Malu Valle) – Ex-socialite, vive de favores financeiros de suas “orientadas”, aproveitando de sua boa influência na classe alta. É amiga de Cris, a quem tenta ensinar alguma classe.
Dona Aurélia (Rita Clemente) – Torna-se vizinha do Baile de Iná e logo implica com o barulho. Mas logo se rende aos encantos da alegria de Dona Iná e seus amigos.
Seu Josias (Duda Mamberti) – O ajudante “faz-tudo” de Iná. Sujeito boa praça, sempre disposto a ajudar.
Miguel (Rafael Almeida) – Jovem de origem humilde, mas muito talentoso, é pupilo de Vitória no tênis. Para financiar sua educação no esporte, a treinadora empregou-o como assistente nas aulas de sua escola.

A novela é ambientada em Gramado e Porto Alegre, mas algumas cenas foram gravadas em Bonito, no Mato Grosso do Sul, também em Ushuaia, na Patagônia Argentina.

A cidade cenográfica tem 85 mil m² e foi projetada para ser dividida entre Porto Alegre e Gramado. Nos estúdios estão montados quase 70 ambientes. Uma quadra de tênis foi construída na Central Globo de Produção especialmente para a novela, assim como parte da arquibancada. O tamanho é o mesmo de uma quadra real de saibro (23,77 m de comprimento e 8,23m de largura). Parte da figuração e os cenários dos estádios serão inseridos ao redor da quadra virtualmente. Para a realização deste trabalho, a equipe de efeitos visuais da novela fotografou diferentes tipos de estádio e modelou as imagens em 3D. A finalização é feita em uma máquina de composição, para que as imagens reais se unam às virtuais.

Profissionais indicados pela equipe de produção de arte orientaram o elenco em seus laboratórios. A atriz Fernanda Vasconcellos, por exemplo, teve o acompanhamento de uma professora de tênis durante mais de quatro meses. A atriz aprendeu a coreografar as partidas que serão gravadas para a trama. Já Marjorie Estiano e Neusa Borges, que estarão à frente do Juju Bufê da novela, aprenderam como é o dia a dia de uma doceira na casa de uma profissional.

O tema de abertura da novela é a canção "Oração ao tempo", de Caetano Veloso, na voz de Maria Gadú.

A Vida da Gente é de autoria de Lícia Manzo, tem direção de núcleo e geral de Jayme Monjardim e direção geral de Fabrício Mamberti.

A Vida da Gente estreia hoje, dia 26 de setembro, às 18h15.
Vai ar de segunda a sábado, das 18h15 às 19h15.
Novela exibida em alta definição (HD), com Closed Caption e classificação indicativa: livre.

Acesse o site da novela e veja fotos da festa de lançamento no Flickr.


Fonte: Diretoria de Comunicação Transmídia - CGCOM




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