quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Eleições de 2010: Globo promove debate entre presidenciáveis

A Rede Globo promove o último debate (1º turno) entre os candidatos à Presidência da República das Eleições em 2010.
Estarão presentes os quatro principais candidatos - Dilma Rousseff do PT, José Serra do PSDB, Marina Silva do PV e Plínio de Arruda Sampaio do PSOL.

O evento será realizado no estúdio "E", no Projac, Rio de Janeiro, e será transmitido ao vivo a partir das 22h30 para todo o país.

William Bonner, jornalista e âncora do Jornal Nacional, será o mediador do debate.

Debate deve durar duas horas, e está dividido em cinco blocos:

1º Bloco
Perguntas entre os candidatos com tema definido por sorteio.

2º Bloco
Perguntas entre os candidatos com tema livre.

3º Bloco
Perguntas entre os candidatos com tema definido por sorteio.

4º Bloco
Perguntas entre os candidatos com tema livre.

5º Bloco
Considerações finais de cada candidato.

Nos blocos, cada candidato só vai perguntar uma vez e vai responder uma vez.
Os candidatos estarão no estúdio na seguinte ordem, da esquerda para a direita: José Serra, Marina Silva, Dilma Rousseff e Plínio de Arruda Sampaio.

Para formular as perguntas, os candidatos terão 30 segundos, para responder serão dois minutos, em seguida um minuto para réplica e um minuto para tréplica.
Caso algum candidato seja ofendido e solicite o Direito de Resposta, o mediador e equipe de produção analisam o pedido e o tempo do Direito de Resposta será de um minuto.

O debate será transmitido ao vivo, a partir das 22h30, para todo o Brasil pela TV Globo (canal aberto) em alta definição (HDTV), para vários países pela Globo Internacional, e também simultaneamente na internet pelo G1.




Ibope: Audiência das TVs, na quarta-feira, 29/09/2010

Números do Ibope / audiência de programas da TV aberta brasileira, de quarta-feira, 29 de setembro de 2010:

MANHÃ:
"Mais Você" ficou em primeiro lugar com 7 pontos de média.

TARDE:
"Sete Pecados" ficou em primeiro lugar com 9 pontos de média.

"Malhação" ficou em primeiro lugar com 18 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"Araguaia" ficou em primeiro lugar com 22 pontos de média.

"Ti-ti-ti" ficou em primeiro lugar com 30 pontos de média.

"Passione" ficou em primeiro lugar com 37 pontos de média.

"Futebol 2010" ficou em primeiro lugar com 23 pontos de média.

MANHÃ:
"Fala Brasil" ficou em segundo lugar com 6 pontos de média.

"Hoje em Dia" ficou em segundo lugar com 6 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"CSI Las Vegas" ficou em segundo lugar com 9 pontos de média.

"Ribeirão do Tempo" ficou em segundo lugar com 15 pontos de média.

"A Fazenda 3" ficou em segundo lugar com 16 pontos de média.

*No Rio de Janeiro, ficou em segundo lugar com 20 pontos de média.

"Super Tela" ficou em segundo lugar com 10 pontos de média.

*Semana passada, dia 22, marcou 9 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 15, marcou 11 pontos de média.

*Na semana retrasada, dia 8, marcou 9 pontos de média.

TARDE:
"Pérola Negra" ficou em terceiro lugar com 6 pontos de média.

"Esmeralda" ficou em terceiro lugar com 6 pontos de média.

"As Tontas não vão ao Céu" ficou em terceiro lugar com 5 pontos de média.

"Programa do Ratinho" ficou em terceiro lugar com 5 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"Canavial de Paixões" ficou em terceiro lugar com 4 pontos de média.

"Qual é Seu Talento" ficou em terceiro lugar com 6 pontos de média.

*Semana passada, dia 22, ficou em quarto lugar com 6 pontos de média

*Semana retrasada, dia 15, ficou em terceiro lugar com 8 pontos de média

*Na semana anterior, dia 8, ficou em terceiro lugar com 7 pontos de média

"A História de Ana Raio e Zé Trovão" ficou em terceiro lugar com 8 pontos de média.

"Topa ou Não Topa" ficou em terceiro lugar com 5 pontos de média.

*Semana passada, dia 22, ficou em quarto lugar com 6 pontos de média

*Semana retrasada, dia 15, ficou em terceiro lugar com 7 pontos de média

*Na semana anterior, dia 8, ficou em terceiro lugar com 6 pontos de média

*Na semana anterior, dia 1, ficou em terceiro lugar com 6 pontos de média

*Na semana anterior, dia 25, estreia, ficou em terceiro lugar com 6 pontos de média

NOITE:
"Futebol 2010" ficou em quarto lugar com 5 pontos de média.

*Semana passada, dia 22, ficou em terceiro lugar com 9 pontos de média

*Semana passada, dia 15, ficou em quarto lugar com 7 pontos de média


Cada ponto equivale a cerca de 60 mil TVs sintonizadas no programa.
Exceto destacado o contrário, os dados consolidados são referente ao Ibope medido na Grande São Paulo.




quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Ibope: Audiência das TVs, na terça-feira, 28/09/2010

Números do Ibope / audiência de programas da TV aberta brasileira, de terça-feira, 28 de setembro de 2010:

MANHÃ:
"Mais Você" ficou em segundo lugar com 5 pontos de média.

TARDE:
"Sete Pecados" ficou em primeiro lugar com 10 pontos de média.

"Malhação" ficou em primeiro lugar com 18 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"Araguaia" ficou em primeiro lugar com 21 pontos de média.

"Ti-ti-ti" ficou em primeiro lugar com 29 pontos de média.

"Passione" ficou em primeiro lugar com 37 pontos de média.

"Casseta & Planeta" não foi exibido em decorrência do Debate ao Governo Estadual.

*Semana passada, dia 21, ficou com 22 pontos.

*Semana retrasada, dia 14, ficou com 21 pontos.

*Na semana anterior, dia 7, ficou com 22 pontos.

"A Cura" não foi exibido em decorrência do Debate ao Governo Estadual.

*Semana passada, dia 21, marcou 15 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 14, marcou 14 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 7, marcou 16 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 31, marcou 15 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 24, marcou 15 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 17, marcou 15 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 10, estreia, marcou 20 pontos de média.


"Debate com candidatos ao Governo de SP", das 22h43 à 00h42, ficou em primeiro lugar com 18 pontos de média e 33% de share.
*No Rio de Janeiro, o Debate com os candidados ao Governo do RJ, das 22h44 às 23h59, ficou em segundo lugar com 21 pontos de média.
*Em Minas Gerais, o Debate com os candidados ao Governo de MG, das 22h43 à 00h32, ficou em primeiro lugar com 12 pontos de média.

Ainda, o Debate entre candidados ao Governo de SP:
Realizado pela Record, no dia 20/09, ficou em segundo lugar com 6 pontos de média.
Realizado pela Band, no dia 12/08, ficou em quarto lugar com 3 pontos de média.
Realizado pela Rede TV, no dia 15/09, ficou em quinto lugar com 2 pontos de média.
Realizado pela TV Gazeta, no dia 24/08, ficou em sexto lugar com 1 ponto de média.

MANHÃ:
"Fala Brasil" ficou em primeiro lugar com 7 pontos de média.

"Hoje em Dia" ficou em segundo lugar com 6 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"CSI Las Vegas" ficou em segundo lugar com 11 pontos de média.

"Ribeirão do Tempo" ficou em segundo lugar com 11 pontos de média.

"A Fazenda 3", estreia, ficou em primeiro lugar isolado com 20 pontos de média, 23 pontos de pico e 36% de share. Foi exibido das 23h à 00h28.

*No mesmo horário, em SP, a Globo ficou em segundo lugar com 17 pontos de média.

*No Rio de Janeiro, A Fazenda ficou em primeiro lugar isolado com 21 pontos de média No mesmo horário, no RJ, a Globo ficou em segundo lugar com 18 pontos de média.

*Em Belo Horizonte, A Fazenda ficou em terceiro lugar com 6 pontos de média.

TARDE:
"Pérola Negra" ficou em segundo lugar com 7 pontos de média.

"Esmeralda" ficou em segundo lugar com 7 pontos de média.

"As Tontas não vão ao Céu" ficou em terceiro lugar com 4 pontos de média.

"Programa do Ratinho" ficou em terceiro lugar com 6 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"Canavial de Paixões" ficou em terceiro lugar com 3 pontos de média.

"Esquadrão da Moda" ficou em terceiro lugar com 5 pontos de média.

*Semana passada, dia 21, ficou com 6 pontos.

*Semana retrasada, dia 14, ficou com 5 pontos.

*Na semana anterior, dia 7, ficou com 5 pontos.

*Na semana anterior, dia 31, ficou com 3 pontos.

"A História de Ana Raio e Zé Trovão" ficou em terceiro lugar com 7 pontos de média.


Cada ponto equivale a cerca de 60 mil TVs sintonizadas no programa.
Exceto destacado o contrário, os dados consolidados são referente ao Ibope medido na Grande São Paulo.




TV Globo SP sai do ar durante debate ente candidatos ao Governo




terça-feira, 28 de setembro de 2010

Ibope: Audiência das TVs, na segunda-feira, 27/09/2010

Números do Ibope / audiência de programas da TV aberta brasileira, de segunda-feira, 27 de setembro de 2010:

TARDE:
"Sete Pecados" ficou em primeiro lugar com 11 pontos de média.

"Malhação" ficou em primeiro lugar com 18 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"Araguaia", estreia, ficou em primeiro lugar com 26 pontos de média.

"Ti-ti-ti" ficou em primeiro lugar com 30 pontos de média.

"Passione" ficou em primeiro lugar com 36 pontos de média.

"Tela Quente" ficou em primeiro lugar com 22 pontos de média.

MANHÃ:
"Fala Brasil" ficou em primeiro lugar com 8 pontos de média.

"Hoje em Dia" ficou em segundo lugar com 6 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"CSI Las Vegas" ficou em segundo lugar com 10 pontos de média.

"Ribeirão do Tempo" ficou em segundo lugar com 10 pontos de média.

"Show do Tom" ficou em segundo lugar com 7 pontos de média.

TARDE:
"Pérola Negra" ficou em terceiro lugar com 5 pontos de média.

"Esmeralda" ficou em terceiro lugar com 5 pontos de média.

"As Tontas Não Vão Ao Céu" ficou em terceiro lugar com 4 pontos de média.

"Programa do Ratinho" ficou em terceiro lugar com 4 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"SBT Brasil" ficou em quarto lugar com 3 pontos de média.

"Canavial de Paixões" ficou em terceiro lugar com 3 pontos de média.

"Hebe" ficou em quarto lugar com 2 pontos de média.

"A História de Ana Raio e Zé Trovão" ficou em quarto lugar com 5 pontos de média.

NOITE:
"Jornal da Band" ficou em terceiro lugar com 5 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"Operação de Risco" ficou em terceiro lugar com 7 pontos de média.


Cada ponto equivale a cerca de 60 mil TVs sintonizadas no programa.
Exceto destacado o contrário, os dados consolidados são referente ao Ibope medido na Grande São Paulo.




segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Ibope: Audiência das TVs, domingo, 26/09/2010

Números do Ibope / audiência de programas da TV aberta brasileira, de domingo, 26 de setembro de 2010:

MANHÃ:
"Fórmula 1 - GP Cingapura" ficou em primeiro lugar com 15 pontos de média.

TARDE:
"Os Caras de Pau" ficou em primeiro lugar com 14 pontos de média.

*Semana passada, dia 19, ficou em primeiro lugar com 12 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 12, ficou em primeiro lugar com 11 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 5, ficou em primeiro lugar com 11 pontos de média.

"Futebol 2010" ficou em primeiro lugar com 23 pontos de média.

"Domingão do Faustão" ficou em primeiro lugar com 21 pontos de média.

*Semana passada, dia 19, marcou 19 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 12, marcou 17 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 5, marcou 16 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"Fantástico" ficou em primeiro lugar com 24 pontos de média.

*Semana passada, dia 19, marcou 22 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 12, marcou 22 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 5, marcou 17 pontos de média.

"Hipertensão" ficou em primeiro lugar com 17 pontos de média.

*Semana passada, dia 19, marcou 15 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 12, marcou 14 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 5, marcou 15 pontos de média.

TARDE:
"Tudo é Possível" ficou em terceiro lugar com 7 pontos de média.

*Semana passada, dia 19, ficou em terceiro lugar com 7 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 12, ficou em terceiro lugar com 6 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 5, ficou em terceiro lugar com 7 pontos de média.

"Programa do Gugu" ficou em segundo lugar com 11 pontos de média.

*Semana passada, dia 19, ficou em segundo lugar com 10 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 12, ficou em segundo lugar com 10 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 5, ficou em segundo lugar com 13 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"Domingo Espetacular" ficou em segundo lugar com 16 pontos de média.

*Semana passada, dia 19, ficou com 14 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 12, ficou com 15 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 5, ficou com 15 pontos de média.

"Debate com Presidenciáveis" ficou em quarto lugar com 9 pontos de média.

"Cine Record Especial" ficou em segundo lugar com 6 pontos de média.

*Semana passada, dia 19, ficou com 8 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 12, ficou com 12 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 5, ficou com 12 pontos de média.

MANHÃ:
"Domingo Legal" ficou em segundo lugar com 8 pontos de média.

*Semana passada, dia 19, ficou em segundo lugar com 8 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 12, ficou em segundo lugar com 8 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 5, ficou em segundo lugar com 9 pontos de média.

TARDE:
"Eliana" ficou em segundo lugar com 10 pontos de média.

*Semana passada, dia 19, ficou em segundo lugar com 10 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 12, ficou em terceiro lugar com 8 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 5, ficou em terceiro lugar com 9 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"Programa Silvio Santos" ficou em segundo lugar com 11 pontos de média.

*Semana passada, dia 19, ficou em terceiro lugar com 10 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 12, ficou em segundo lugar com 10 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 5, ficou em segundo lugar com 11 pontos de média.

"De Frente com Gabi" ficou em terceiro lugar com 4 pontos de média.

*Semana passada, dia 19, ficou em terceiro lugar com 4 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 12, ficou em quarto lugar com 5 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 5, ficou em terceiro lugar com 5 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"O Último Passageiro" ficou em quarto lugar com 2 pontos de média.

*Semana passada, dia 19, ficou em quarto lugar com 2 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 12, ficou em quarto lugar com 2 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 5, ficou em quarto lugar com 3 pontos de média.

"Pânico na TV" ficou em segundo lugar com 12 pontos de média.

*Semana passada, dia 19, ficou em quarto lugar com 9 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 12, ficou em terceiro lugar com 7 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 5, ficou em quarto lugar com 9 pontos de média.


Cada ponto equivale a cerca de 60 mil TVs sintonizadas no programa.
Exceto destacado o contrário, os dados consolidados são referente ao Ibope medido na Grande São Paulo.




Ibope: Audiência das TVs, no sábado, 25/09/2010

Números do Ibope / audiência de programas da TV aberta brasileira, de sábado, 25 de setembro de 2010:

TARDE:
"Estrelas" ficou em primeiro lugar com 9 pontos de média.

*Semana passada, dia 18, ficou com 11 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 11, ficou com 8 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 4, ficou com 7 pontos de média.

"Caldeirão do Huck" ficou em primeiro lugar com 16 pontos de média.

*Semana passada, dia 18, ficou com 19 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 11, ficou com 12 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 4, ficou com 11 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"Escrito nas Estrelas", reexibição último capítulo, ficou em primeiro lugar com 23 pontos de média.

"Ti-ti-ti" ficou em primeiro lugar com 25 pontos de média.

"Passione" ficou em primeiro lugar com 28 pontos de média.

"Zorra Total" ficou em primeiro lugar com 21 pontos de média.

*Semana passada, dia 18, ficou com 23 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 11, ficou com 23 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 4, ficou com 23 pontos de média.

TARDE:
"O Melhor do Brasil" ficou em segundo lugar com 12 pontos de média.

*Semana passada, dia 18, ficou com 12 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 11, ficou com 10 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 4, ficou com 9 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"Legendários" ficou em segundo lugar com 7 pontos de média.

*Semana passada, dia 18, ficou com 7 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 11, ficou com 6 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 4, ficou com 7 pontos de média.

TARDE:
"Programa Raul Gil" ficou em segundo lugar com 9 pontos de média.

*Semana passada, dia 18, ficou em segundo lugar com 8 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 11, ficou em terceiro lugar com 6 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 4, ficou em segundo lugar com 6 pontos de média.


Cada ponto equivale a cerca de 60 mil TVs sintonizadas no programa.
Exceto destacado o contrário, os dados consolidados são referente ao Ibope medido na Grande São Paulo.




Ibope: Audiência das TVs, na sexta-feira, 24/09/2010

Números do Ibope / audiência de programas da TV aberta brasileira, de sexta-feira, 24 de setembro de 2010:

TARDE:
"Sete pecados" ficou em primeiro lugar com 11 pontos de média.

"Malhação" ficou em primeiro lugar com 19 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"Escrito nas Estrelas", último capítulo, ficou em primeiro lugar com 33 pontos de média.

"Ti-ti-ti" ficou em primeiro lugar com 32 pontos de média.

"Passione" ficou em primeiro lugar com 36 pontos de média.

"Globo Repórter" ficou em primeiro lugar com 24 pontos de média.

*Semana passada, dia 17, ficou com 22 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 10, ficou com 22 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 3, ficou com 21 pontos de média.

"Separação" ficou em primeiro lugar com 14 pontos de média.

*Semana passada, dia 17, ficou com 15 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 10, ficou com 15 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 3, ficou com 15 pontos de média.

MANHÃ:
"Fala Brasil" ficou em primeiro lugar com 6 pontos de média.

"Hoje em Dia" ficou em segundo lugar com 5 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"CSI Las Vegas" ficou em segundo lugar com 9 pontos de média.

"Ribeirão do Tempo" ficou em segundo lugar com 9 pontos de média.

"Câmera Record" ficou em segundo lugar com 8 pontos de média.

*Semana passada, dia 17, ficou com 9 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 10, ficou com 9 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 3, ficou com 9 pontos de média.


Cada ponto equivale a cerca de 60 mil TVs sintonizadas no programa.
Exceto destacado o contrário, os dados consolidados são referente ao Ibope medido na Grande São Paulo.




Eleições de 2010: Assista ao debate entre os presidenciáveis da Record

A Rede Record promove o penúltimo debate (1º turno) entre os candidatos à Presidência da República das eleições em 2010.

Participaram do debate Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL).

Direto do Rio de Janeiro, do estúdio "J" do RecNov, durante cerca de duas horas os candidatos respondem à perguntas pré-formuladas e perguntas entre si.

Confira na íntegra dividida em 4 blocos:


1º Bloco


2º Bloco


3º Bloco


4º Bloco




domingo, 26 de setembro de 2010

Eleições de 2010: Record promove debate entre presidenciáveis

A Rede Record promove o penúltimo debate (1º turno) entre os candidatos à Presidência da República das Eleições em 2010.
Estarão presentes os quatro principais candidatos - Dilma Rousseff do PT, José Serra do PSDB, Marina Silva do PV e Plínio de Arruda Sampaio do PSOL.

O evento será realizado no estúdio "J" do RecNov, no Rio de Janeiro, e será transmitido ao vivo a partir das 21 horas para todo o país.

Celso Freitas, jornalista e âncora do Jornal da Record, será o mediador do debate. As jornalistas da Record Ana Paula Padrão e Cristina Lemos também farão perguntas aos candidatos.

Debate deve durar duas horas e quinze minutos e está dividido em quatro blocos:

1º Bloco
Duas rodadas de perguntas entre os candidatos.

2º Bloco
Os candidatos respondem perguntas feitas pelas jornalistas da Record.

3º Bloco
Candidatos voltam a se confrontar, respondendo perguntas entre si.

4º Bloco
Considerações finais de cada candidato.

O debate será transmitido ao vivo, às 21 horas, para todo o Brasil pela TV Record (canal aberto) em alta definição (HDTV), para vários países pela Record Internacional, e também simultaneamente na internet pelo R7.




sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Eleições de 2010: Assista ao debate entre os presidenciáveis da CNBB

A CNBB promove debate com os principais candidatos à Presidência de República.

Participaram do debate Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL).

Direto de Brasília, na Universidade Católica de Brasília (UCB), durante cerca de duas horas os candidatos respondem à perguntas pré-formuladas.

Confira na íntegra dividida em 4 blocos:


1º Bloco


2º Bloco


3º Bloco


4º Bloco




Ibope: Audiência das TVs, na quinta-feira, 23/09/2010

Números do Ibope / audiência de programas da TV aberta brasileira, de quinta-feira, 23 de setembro de 2010:

TARDE:
"Sete Pecados" ficou em primeiro lugar com 10 pontos de média.

"Malhação" ficou em primeiro lugar com 14 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"Escrito nas Estrelas" ficou em primeiro lugar com 26 pontos de média.

"Ti-ti-ti" ficou em primeiro lugar com 28 pontos de média.

"Passione" ficou em primeiro lugar com 35 pontos de média.

"A Grande Família" ficou em primeiro lugar com 22 pontos de média.

*Semana passada, dia 16, ficou 25 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 9, ficou 25 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 2, ficou 25 pontos de média.

"Hipertensão" ficou em primeiro lugar com 14 pontos de média.

*Semana passada, dia 16, marcou 17 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 9, marcou 17 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 2, estreia, marcou 15 pontos de média.

MANHÃ:
"Fala Brasil" ficou em segundo lugar com 5 pontos de média.

"Hoje em Dia" ficou em segundo lugar com 5 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"CSI Las Vegas" ficou em segundo lugar com 9 pontos de média.

"Ribeirão do Tempo" ficou em segundo lugar com 10 pontos de média.

"Ídolos" ficou em primeiro lugar com 12 pontos de média.

*No Rio de Janeiro, ficou em primeiro lugar com 17 pontos de média.

TARDE:
"Pérola Negra" ficou em segundo lugar com 6 pontos de média.

"Esmeralda" ficou em segundo lugar com 6 pontos de média.

"As Tontas não vão ao Céu" ficou em terceiro lugar com 5 pontos de média.

"Programa do Ratinho" ficou em terceiro lugar com 4 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"Canavial de Paixões" ficou em terceiro lugar com 5 pontos de média.

"Conexão Repórter" ficou em quarto lugar com 2 pontos de média.

*Semana passada, dia 16, ficou em terceiro lugar com 3 pontos.

*Semana retrasada, dia 9, ficou em terceiro lugar com 3 pontos.

*Na semana anterior, dia 2, ficou em terceiro lugar com 4 pontos.

"A História de Ana Raio e Zé Trovão" ficou em terceiro lugar com 8 pontos de média.

"A Praça é Nossa" ficou em terceiro lugar com 8 pontos de média.

*Semana passada, dia 16, ficou em terceiro lugar com 8 pontos.

*Semana retrasada, dia 9, ficou em terceiro lugar com 7 pontos.

*Na semana anterior, dia 2, ficou em terceiro lugar com 9 pontos.

NOITE:
"Polícia 24h" ficou em terceiro lugar com 8 pontos de média.

*Semana passada, dia 16, ficou em quarto lugar com 7 pontos.


Cada ponto equivale a cerca de 60 mil TVs sintonizadas no programa.
Exceto destacado o contrário, os dados consolidados são referente ao Ibope medido na Grande São Paulo.




quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Ibope: Audiência das TVs, na quarta-feira, 22/09/2010

Números do Ibope / audiência de programas da TV aberta brasileira, de quarta-feira, 22 de setembro de 2010:

TARDE:
"Sete Pecados" ficou em primeiro lugar com 11 pontos de média.

"Malhação" ficou em primeiro lugar com 14 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"Escrito nas Estrelas" ficou em primeiro lugar com 27 pontos de média.

"Ti-ti-ti" ficou em primeiro lugar com 30 pontos de média.

"Passione" ficou em primeiro lugar com 36 pontos de média.

"Futebol 2010" ficou em primeiro lugar com 30 pontos de média.

MANHÃ:
"Fala Brasil" ficou em primeiro lugar com 6 pontos de média.

"Hoje em Dia" ficou em segundo lugar com 4 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"CSI Las Vegas" ficou em segundo lugar com 10 pontos de média.

"Ribeirão do Tempo" ficou em segundo lugar com 12 pontos de média.

"Super Tela" ficou em segundo lugar com 9 pontos de média.

*Semana passada, dia 15, marcou 11 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 8, marcou 9 pontos de média.

*Na semana retrasada, dia 1, marcou 10 pontos de média.

TARDE:
"Pérola Negra" ficou em segundo lugar com 6 pontos de média.

"Esmeralda" ficou em segundo lugar com 6 pontos de média.

"As Tontas não vão ao Céu" ficou em terceiro lugar com 5 pontos de média.

"Programa do Ratinho" ficou em terceiro lugar com 4 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"Canavial de Paixões" ficou em terceiro lugar com 5 pontos de média.

"Qual é Seu Talento" ficou em quarto lugar com 6 pontos de média.

*Semana passada, dia 15, ficou em terceiro lugar com 8 pontos de média

*Semana retrasada, dia 8, ficou em terceiro lugar com 7 pontos de média

*Na semana anterior, dia 1, ficou em terceiro lugar com 6 pontos de média

"A História de Ana Raio e Zé Trovão" ficou em quarto lugar com 7 pontos de média.

"Topa ou Não Topa" ficou em quarto lugar com 6 pontos de média.

*Semana passada, dia 15, ficou em terceiro lugar com 7 pontos de média

*Semana retrasada, dia 8, ficou em terceiro lugar com 6 pontos de média

*Na semana anterior, dia 1, ficou em terceiro lugar com 6 pontos de média

*Na semana anterior, dia 25, estreia, ficou em terceiro lugar com 6 pontos de média

NOITE:
"Futebol 2010" ficou em terceiro lugar com 9 pontos de média.

*Semana passada, dia 15, ficou em quarto lugar com 7 pontos de média


Cada ponto equivale a cerca de 60 mil TVs sintonizadas no programa.
Exceto destacado o contrário, os dados consolidados são referente ao Ibope medido na Grande São Paulo.




quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Ibope: Audiência das TVs, na terça-feira, 21/09/2010

Números do Ibope / audiência de programas da TV aberta brasileira, de terça-feira, 21 de setembro de 2010:

TARDE:
"Sete Pecados" ficou em primeiro lugar com 11 pontos de média.

"Malhação" ficou em primeiro lugar com 19 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"Escrito nas Estrelas" ficou em primeiro lugar com 29 pontos de média.

"Ti-ti-ti" ficou em primeiro lugar com 33 pontos de média.

"Passione" ficou em primeiro lugar com 38 pontos de média.

"Casseta & Planeta" ficou em primeiro lugar com 22 pontos de média.

*Semana passada, dia 14, ficou com 21 pontos.

*Semana retrasada, dia 7, ficou com 22 pontos.

*Na semana anterior, dia 31, ficou com 21 pontos.

"A Cura" ficou em primeiro lugar com 15 pontos de média.

*Semana passada, dia 14, marcou 14 pontos de média.

*Semana retrasada, dia 7, marcou 16 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 31, marcou 15 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 24, marcou 15 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 17, marcou 15 pontos de média.

*Na semana anterior, dia 10, estreia, marcou 20 pontos de média.

MANHÃ:
"Fala Brasil" ficou em segundo lugar com 6 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"CSI Las Vegas" ficou em segundo lugar com 8 pontos de média.

"Ribeirão do Tempo" ficou em segundo lugar com 12 pontos de média.

"Ídolos" ficou em segundo lugar com 11 pontos de média.

TARDE:
"Pérola Negra" ficou em terceiro lugar com 5 pontos de média.

"Esmeralda" ficou em segundo lugar com 6 pontos de média.

"As Tontas não vão ao Céu" ficou em segundo lugar com 6 pontos de média.

"Programa do Ratinho" ficou em terceiro lugar com 4 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"Canavial de Paixões" ficou em terceiro lugar com 4 pontos de média.

"Esquadrão da Moda" ficou em terceiro lugar com 6 pontos de média.

*Semana passada, dia 14, ficou com 5 pontos.

*Semana retrasada, dia 7, ficou com 5 pontos.

*Na semana anterior, dia 31, ficou com 3 pontos.

"A História de Ana Raio e Zé Trovão" ficou em terceiro lugar com 8 pontos de média.


Cada ponto equivale a cerca de 60 mil TVs sintonizadas no programa.
Exceto destacado o contrário, os dados consolidados são referente ao Ibope medido na Grande São Paulo.




Eleições 2010: Bom Dia Brasil entrevista o candidato José Serra

O Bom Dia Brasil encerra uma série de entrevistas com os três principais candidatos à Presidência de República.

O terceiro entrevistado por Renato Machado, Renata Vasconcelos e Miriam Leitão é o candidato pelo PSDB José Serra.

A entrevista foi gravada, dividida em dois blocos, confira na íntegra:




TRANSCRIÇÃO:

Renato Machado: Candidato, o senhor mostrou muita hesitação nessa campanha. Foi o último a se dizer candidato, foi o último a anunciar o vice, e até hoje não anunciou oficialmente o seu programa de governo. Não são muitos tropeços que podem ter repercussão negativa na campanha.

José Serra: Não creio, Renato. Porque eu era governador de São Paulo, não quis misturar governo com campanha. De fato, eu fiz o anúncio já na véspera de deixar o governo, embora tivesse tomado uma decisão minha. Mas não ia começar a me comportar como candidato e contaminando também o meu trabalho dentro do governo. Em relação a questão do vice, na verdade, houve um processo político por trás disso. Mesmo o vice que eu escolhi era uma pessoa que eu estava pensando, eu estava meditando a respeito, sem comentar para ninguém, porque coisa de vice qualquer noticiazinha que vaza já é uma dor de cabeça infinita. E por último, a questão de programa , o que eu encaminhei à Justiça Eleitoral foram textos, foram pronunciamentos meus, que se você for ler, você verá que tem todas as diretrizes de governo e agora nós estamos concluindo um trabalho amplo de debate do programa e deve estar logo, nos próximos dias, já posto inclusive para se receber comentários. É uma coisa muito vasta. Ontem eu vim lendo, vindo de Recife, em quatro horas consegui ler metade. Você pode imaginar. Por quê? Porque entra nos tópicos de cada assunto: energia elétrica, saneamento, petróleo, educação, nas diversas áreas. Não creio que esses tenham sido problemas não.

Miriam Leitão: Candidato, o senhor está prometendo um aumento do salário mínimo para R$ 600 já em 2011 e um aumento de 10% nas aposentadorias e pensões. O orçamento, que já está no Congresso, ele prevê R$ 278 bilhões de gastos com a Previdência no ano que vem. Então, isso significa, um aumento de 10%, R$ 28 bilhões. Essas promessas não são eleitoreiras, candidatos.

José Serra: Olha, primeiro que não é promessa. É um anúncio, digamos. Segundo, que...

Miriam Leitão: Mas não são eleitoreiras?

José Serra: Não. Por que eleitoreira?

Miriam Leitão: Porque custa muito caro e porque o Orçamento já está no Congresso. Você conhece o Orçamento, candidato.

José Serra: Eu conheço. Se é algo que nós vamos fazer, não é eleitoreiro nesse sentido. É algo que vai ser feito e eu acho que é necessário. E por outro lado, eu pesei bem a questão dos custos e como financiá-los. Por exemplo, a mensagem de lei orçamentária que foi enviada, ela subestima a receita da Previdência, enquanto ao impacto do mínimo, ela subestima. Segundo, você tem que medir o custo pela diferença entre o aumento anunciado e o aumento que efetivamente acontecerá. O custo não é com relação a este ano em relação ao próximo.

Miriam Leitão: Então, deixa eu ver se eu entendi. O senhor não vai cortar de lugar nenhum, o senhor está contando com uma receita que pode vir a aumentar.

José Serra: Não, não. Vai ter também corte. Eu estou dizendo que você tem receita adicional, que está subestimada, se você pegar o PIB e a inflação, está subestimado. Você tem o aumento das contribuições dos empregados por conta do aumento do salário mínimo.

Miriam Leitão: Mas onde que vai cortar?

José Serra: Claro que é menos, porque senão você teria um círculo virtuoso total.

Miriam Leitão: Mas onde que o senhor vai cortar?

José Serra: Terceiro, nós temos cortes em cargos de confiança, cabides de emprego, apertos, cortes de desperdício, renegociação de contratos, que a meu ver estão inflados, como eu fiz no governo de São Paulo, até que não tinha tanta coisa, e como eu fiz na Prefeitura da capital. Então, nós vamos efetivamente conseguir delimitar esses recursos. Eu fiz o cálculo, e naturalmente com o auxílio de assessores, antes de anunciar qualquer coisa. De modo que é factível que o Orçamento comporte essa despesa. Eu já tenho também experiência suficiente em Orçamento para saber que o Orçamento que aprova ele nunca é real. Por vários motivos. E o governo acaba sempre encaminhando para o lado que deseja. Nesse caso, eu simplesmente vou apontar as áreas de corte, as áreas de revisão e mandar para o Congresso essa proposta.

Renata Vasconcellos: Candidato, além do salário mínimo...

José Serra: E é muito importante, são R$ 600 do mínimo que vai para isso e é possível fazê-lo. É um aumento em vez de 5, de 10% na Previdência e isso é perfeitamente possível.

Renata Vasconcellos: Sobre, por exemplo, além do salário mínimo e aposentadoria, o senhor faz outra promessa ou anúncio como o senhor disse. Um 13º para o Bolsa Família como se o programa de assistência fosse uma espécie de emprego. O seu partido defendia uma porta de saída para quem era dependente do Bolsa Família. Eu gostaria de saber o que aconteceu, o senhor mudou de opinião?

José Serra: Não. Primeiro, nós criamos as bolsas. Eu criei a Bolsa Alimentação no governo Fernando Henrique, o Paulo Renato criou a Bolsa Escola, metade dos beneficiados do atual Bolsa Família já eram beneficiados por ambos os programas, fora outros programas existentes. O que o governo Lula fez foi juntar e chamar Bolsa Família depois que o Fome Zero não andou, não deu certo. E no caso do Bolsa Família, uma outra proposta que eu fiz há mais tempo é de encaminhar para educação profissional os filhos das famílias da Bolsa Família, quando chegam à adolescência para poderem ter uma formação profissional.

Renata Vasconcellos: Justamente, a ideia então é...

José Serra: Exatamente para que a renda possa se elevar. Agora, o fato é que você tem um conjunto de famílias que estão aí dependentes e que muitas vezes não tem condição mais na vida de ascensão. Pelas condições de idade, pelas condições da própria família. Nesse sentido, é um custo moderado e me parece perfeitamente razoável.

Renato Machado: Candidato, o senhor falou aí ascensão . Sobre educação, vamos falar sobre educação, no horário eleitoral gratuito o senhor promete por dois professores em cada sala de aula, cerca de 1.750.000 novos professores. Isso também não é prometer o que não se pode cumprir?

José Serra: Não, não. Não é não, Renato. Em geral, tudo que eu proponho ou eu já fiz ou eu calculo, tá certo? Isso eu fiz em São Paulo. Eu fiz na Prefeitura. O que que é o segundo professor? Você tem a professora titular, com a carreira dela e etc. E você pega uma bolsista, universitária, de pedagogia, que ganha uma bolsa para pagar a faculdade. Ou se vai em uma escola pública, fica para sua manutenção. E ela funciona como professora auxiliar e fica na sala de aula acompanhando a professora titular. E ajuda os alunos. Eu como prefeito e como governador sempre fui dar aula para a quarta série do ensino fundamental. Eu ia dar aula, dar aula com começo, meio e fim. Ensinava gráfico, tabela. Uma aula de verdade. Muda quem está fazendo barulho, uma coisa muito à vontade com os alunos. Eu tenho paixão por isso, por dar aula.

Renata Vasconcellos: Mas candidato, só para a gente poder entender justamente nessa questão. No governo de São Paulo o senhor prometeu reduzir o número de professores temporários, por exemplo, aqueles que não podem se dedicar.

José Serra: Mas espera um pouquinho, eu não posso deixar de concluir essa resposta.

Renata Vasconcellos: Pois não.

José Serra: Então, nós pusemos, fizemos esse programa de duas professoras. O que que aconteceu? Melhorou incrivelmente a alfabetização do primeiro para o segundo ano, porque esse é um problema fundamental no ensino fundamental. É quando o aluno sai do primeiro, do segundo ano, analfabeto. Tendo uma segunda professora, reforçou muito o aprendizado. Eu ia dar aula, como estava dizendo, e às vezes eu ia lá para trás tem um aluno que tá no final, tem um, tem outro, que não entenderam. Se tem alguém junto, que fica lá rodando, ou depois da aula, inclusive, para dar uma explicação, isso ajuda muito.

Renata Vasconcellos: Mas como acreditar na promessa... Candidato.

José Serra: Fora que você treina a futura professora, e sai muito barato porque é uma bolsa, são R$ 400. Entendeu, Renata?

Renata Vasconcellos: Pois é, dois professores, o senhor até mencionou, um auxiliar. Mas como acreditar nessa promessa de dois professores em sala de aula se em São Paulo, na questão dos professores temporários, está longe da meta a que o senhor se propôs, com 46% do total, é o dobro da média nacional, também é uma meta.

José Serra: Não tem nada a ver com questão de temporário.

Renata Vasconcellos: É qualidade de ensino, não é?

José Serra: Veja só. Não tem nada a ver questão de temporário com isso. É outro problema questão de temporário.

Renata Vasconcellos: Não tem a ver com qualidade de ensino?

José Serra: Não tem nada a ver com coisa de dois professores, eu insisto. Não tem nada a ver. Segundo, todos os indicadores, no caso de São Paulo, do município e do estado, melhoraram. São Paulo hoje, na média, tem a melhor educação do Brasil. Deixa muito ainda a desejar, mas os últimos exames, resultados e etc. Basta dizer que o governo federal fixou uma meta absurda para o Nordeste, eu acho, de modesta, de acanhada, de pequena. Que é que em 2021 o padrão educacional do Nordeste seja igual ao de São Paulo em 2009. O que é um absurdo, nós temos que andar com muito mais pressa. No Nordeste tem que investir, tem que se concentrar no trabalho da educação.

Renata Vasconcellos: Nesse caso dos professores temporários o senhor está satisfeito?

José Serra: Agora, a questão de temporários, nós fizemos pela primeira vez exames para temporários para selecionar segundo o preparo. Abrimos muitos concursos. Agora, você tem lugares que você não preenche. Por exemplo, no ensino médio você tem dificuldade porque não tem professores disponíveis, você tem dificuldades de outra natureza. Agora, mesmo os temporários, nós fizemos exames para selecionar aqueles que têm uma qualificação, uma preparação maior. E abrimos concursos imensos para ir preenchendo.

Renata Vasconcellos: Então o que faltou?

José Serra: O importante é ver o quanto diminuiu, entende. Diminuiu bastante nos últimos anos.

Renato Machado: Estamos de volta para a segunda parte da entrevista com o candidato à presidência José Serra, do PSDB.

José Serra: Renato, posso fazer um acréscimo pequenininho.

Renato Machado: Um minuto, o seu tempo, candidato, começa a ser contado a partir de agora.

José Serra: Perfeito. Só para completar a questão de duas professoras ou dois professores por sala de aula, nas escolas particulares, caras, na maior parte das vezes, tem dois professores. Eu não vejo por que no ensino público não possa ter. Tem outra vantagem que beneficia até as faculdades de pedagogia. Por quê? Porque as alunas de pedagogia, quando vão lá meter a mão na massa, elas veem o que está faltando para elas na faculdade, entendeu? Agora, a grande limitação é só a existência de faculdades de pedagogia, e nós vamos levar isso para o Brasil inteiro. Eu tenho certeza que vai ajudar.

Renato Machado: Ok, candidato. Vamos, então, mudar de assunto. Nós temos um assunto que diz respeito à política agora. O ex-governador Joaquim Roriz está sendo julgado pela Justiça Eleitoral e pode até ser barrado nessas eleições por causa da Lei da Ficha Suja, a Lei da Ficha Limpa ou Ficha Suja. Ele não é considerado um ficha limpa. E o seu partido está apoiando a candidatura do ex-governador Joaquim Roriz, não é um pouco embaraçoso para o seu partido, sobretudo o seu partido que defendeu tanto a Lei da Ficha Limpa?

José Serra: Defendeu tanto que o meu vice, Índio da Costa, que é daqui do Rio de Janeiro, foi um dos principais parlamentares envolvidos na aprovação do projeto Ficha Limpa.

Renato Machado: E esse, e esse apoio então...

José Serra: Pois é. Agora, a questão, tem a lei. A questão está na Justiça. A Justiça é que vai resolver quem disputa e quem não disputa. Quanto às alianças, elas são sempre locais e regionais.

Miriam Leitão: Mas é que tem o passado também, não é, candidato?

José Serra: Aliança não é decidida nacionalmente. O partido, em cada lugar, encaminha uma aliança. E o Roriz teve lá problemas com a Justiça, está se defendendo. E a Justiça vai dar o seu pronunciamento final.

Renata Vasconcellos: Candidato, muitos dos seus aliados criticam a sua postura nessa campanha porque dizem que o senhor não defende, como deveria, os oito anos do governo Fernando Henrique Cardoso e prefere, por exemplo, por a imagem do presidente Lula, inclusive na sua propaganda de TV. O senhor tem receio de ser oposição?

José Serra: Não, não. Essa coisa do Lula, foi bom você ter perguntado, porque se repete muito. Não estou dizendo que é o seu caso, mas muita gente que pergunta não viu. Passou durante três segundos na televisão, ou quatro segundos. Na verdade, estava voltado para a candidata dele, no sentido de que ela não tem uma história, não tem uma biografia sólida, consistente com uma candidatura dessa importância, com a presidência da República. Então, pegou o atual presidente da República e a mim que sou candidato e disse: ‘ambos têm história, ambos têm isso, e a Dilma não tem’. Eu estou aqui reproduzindo. Isso não significou nenhum elogio, nem nenhum ataque.

Renata Vasconcellos: Então, por que esconder Fernando Henrique Cardoso?

José Serra: Agora, com relação ao Fernando Henrique, ninguém mais do que eu tem defendido as coisas boas do governo dele por toda a parte, inclusive nas entrevistas, inclusive nos debates. Agora, virou mote e o pessoal chega... você sabe, a imprensa gosta.

Renato Machado: Menos no horário eleitoral?

José Serra: A imprensa, cuja liberdade eu defendo, gosta de duas coisas em campanha eleitoral, esse é um fenômeno mundial. Eu estava lendo, está acontecendo nos outro países etc: pesquisa e bastidor. Fulano disse que sicrano disse, que não sei o que, que não sei o que lá, entende? Então, às vezes, vão em coisas irrelevantes.

Renata Vasconcellos: Mas essa não é uma questão de bastidor, né, é da campanha...

José Serra: Agora, no que se refere ao horário eleitoral, tem uma determinada estratégia. Não tem tido depoimentos de ninguém. Teve um do Aécio, uma ou duas vezes, e não teve mais de ninguém até agora. A estratégia não é por depoimentos, porque se considera que, no meu caso, a minha história é mais conhecida. Não é preciso vir alguém para dizer que eu fiz isso ou, muitas vezes, nos outros casos, nem fizeram. Chegam lá e dizem que fizeram. No meu caso, não é necessário dizer o que eu fiz ou o que eu não fiz. Porque isso é conhecido, eu tenho uma história pública. As pessoas conhecem os genéricos, o seguro-desemprego, os fundos de desenvolvimento. Enfim, tudo o que eu fiz na prefeitura, no governo do estado, metrô, melhores estradas. Enfim, todo mundo conhece as minhas coisas.

Miriam Leitão: Candidato, eu queria aqui voltar para a economia...

José Serra: Inclusive de economia, que a Miriam Leitão conhece muito. É uma pena que nem sempre ela esteja totalmente de acordo comigo, mas é uma grande conhecedora.

Miriam Leitão: Por exemplo, em um ponto que o senhor disse aqui. O senhor disse que o senhor tem feito críticas à abertura econômica dizendo que ela foi rápida demais e tem dito que o país está se desindustrializando. Candidato, o país está crescendo, crescendo 7%, as empresas estão aumentando o investimento em vez de diminuir. Essa ideia da desindustrialização, eu não estou vendo fatos da realidade que comprovem isso. Além disso, essa sua crítica à abertura econômica, isso foi há 20 anos que abertura começou. O senhor pretende revogar isso e voltar ao protecionismo? Qual é exatamente a sua ideia em relação a isso?

José Serra: Eu não tenho falado disso, inclusive ultimamente. O que eu disse é que a abertura econômica que foi feita no governo Collor... O Brasil tinha uma economia fechada, 50 anos fechada. Abriu de repente, e foi no estilo da cavalaria antiga. Lembra filme do Errol Flynn, “A Carga da Brigada Ligeira” etc? Rápido e mal feito. A cavalaria antiga era assim.

Miriam Leitão: Nós temos aí tarifas de 35% até hoje, 20 anos depois...

José Serra: Peraí um pouquinho. Fazia um processo rápido e mal feito, e foi o que o Collor fez. Porque toda abertura econômica, e eu defendi isso no programa de governo do Tancredo Neves que eu fui o coordenador. Está lá escrito na abertura.

Miriam Leitão: A Copag.

José Serra: Na Copag, eu era o chefe do grupo e fui eu que escrevi isso inclusive sobre política industrial, dizendo que era hora da abertura e da maior competição. Agora, eles abriram, mas não cuidaram de defesa comercial, de alfândega. E até hoje tem chinês vendendo sapatos para o Brasil que vêm dois ou três em uma caixa. A adoção de preço de referência, ou seja um preço mínimo...

Miriam Leitão: O senhor vai criar barreiras ao comércio internacional?

José Serra: Não, não, eu vou fazer defesa comercial, porque o Brasil atua com burrice nessa área. Eu vou fazer defesa comercial. Produto chinês entra pela metade do preço, e é paga por fora. E aí a mercadoria importada não paga imposto, e a produção nacional paga. Isso não tem cabimento. Todos os países civilizados, os mais escancarados do mundo, Miriam, se defendem, e nós não nos defendemos. A indústria de brinquedos abastecia 90% do mercado nacional. Hoje, ela abastece 50%. Você conversa com eles, e eles nem falam tanto no câmbio. Sabe do que eles falam? Do produto que vem subfaturado pelo peso - não me pergunte como vem o peso nisso... peso, preço, faturamento etc. Então, a indústria aqui paga imposto, e o importado paga metade do imposto, porque metade entra por fora. Há alguns anos, eu vi a China exportava para o Brasil US$ 10 bilhões de têxteis, e o Brasil importava cinco. Ou seja, os outros cinco - isso dados oficiais - entravam por fora, sem pagar imposto. E o empresário nacional têxtil prejudicado por uma concorrência desleal. Nós reconhecemos a China como economia de mercado, “nós” eu quero dizer o governo, o que é um erro, porque não é uma economia de mercado e ficamos mais amarrados ainda para nos defendermos de práticas desleais de comércio. É nesse sentido em que eu disse que a abertura foi mal feita. Você devia ter feito as duas coisas gradual e simultaneamente. Aperfeiçoado ou criado mecanismos de defesa comercial.

Miriam Leitão: Tem um outro ponto do seu pensamento recente, o senhor tem repetido sempre, é a questão cambial. O senhor acha que a moeda está super valorizada e que, portanto, isso prejudica os exportadores e facilita os importadores, inclusive da China e tal. O senhor tem falado sobre isso. Agora, como é que o senhor pretende mudar essa relação? O senhor pretende desvalorizar o real, de forma, intervindo no Banco Central?

José Serra: Olha, aí tem duas coisas importantes que são consenso. Que o real está super valorizado isso todo mundo concorda. E que isso prejudica a produção doméstica todo mundo concorda. Aliás, você falou de indústria. Você vai pegar a indústria de tratores, colheitadeiras, automóveis, etc. Elas estão virando, pouco a pouco, montadoras de verdade, porque a produção, as partes intermediárias, etc., eles estão aumentando agora rapidamente as importações. Vai para o interior do Rio Grande, do Paraná, de Santa Catarina...

Miriam Leitão: Eu quero saber o que o senhor vai fazer com o câmbio.

José Serra: Eu já vou chegar lá. Eu estou aqui diagnosticando o problema. Então, tem um problema, sim, de retrocesso industrial. A Embraer produzia aviões com 60% de conteúdo nacional. Hoje, já está em 30%. Daqui a pouco, vai para 20%. Agora, a questão do câmbio precisa ser corrigida junto com os juros, porque é a contrapartida dos juros. Mas eu não vou fazer nenhuma intervenção. Nós temos um regime de responsabilidade fiscal, de metas de inflação, de flexibilidade cambial, de flutuação. Nós vamos manter esse regime. Tem uma equipe entrosada - Fazenda, Planejamento, Banco Central – trabalhando junto, procurando uma relação câmbio/juros melhor do ponto de vista do emprego e da economia. Isso não vai ser feito bruscamente, esse é um processo de política econômica. Há várias condições que têm que se cumprir, inclusive no ponto de vista fiscal, embora não exclusivamente. E nós vamos fazer, Miriam, uma pesagem em outro sistema mais favorável para o Brasil crescer e obter mais empregos.

Renato Machado: Candidato, nós chegamos ao fim da nossa entrevista, mas o senhor tem 30 segundos para suas considerações finais.

José Serra: Queria agradecer a oportunidade de falar aqui para tanta gente, responder perguntas de bom nível, algumas bem esclarecedoras, e queria dizer o seguinte: eu estou dedicado nesta campanha para ser presidente da República pelo Brasil. Eu acho que o Brasil vive um período crítico de sua história. As pessoas hoje estão satisfeitas, mas é preciso que estejam satisfeitas amanhã. Então, nós temos que ter uma economia forte. Nós temos que ter avanços na segurança, na saúde, na educação e na defesa das liberdades que hoje é um assunto que se coloca de forma muito impactante, inclusive da liberdade de imprensa que é a condição para a existência da democracia. Hoje, nós temos uma chantagem sobre a imprensa brasileira. E eu queria dizer que eu sou um defensor da liberdade da nossa imprensa, inclusive da de vocês.

Fonte: Site do Bom Dia Brasil/TV Globo/Globo.com




terça-feira, 21 de setembro de 2010

Ibope: Audiência das TVs, na segunda-feira, 20/09/2010

Números do Ibope / audiência de programas da TV aberta brasileira, de segunda-feira, 20 de setembro de 2010:

TARDE:
"Sete Pecados" ficou em primeiro lugar com 12 pontos de média.

"Malhação" ficou em primeiro lugar com 18 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"Escrito nas Estrelas" ficou em primeiro lugar com 27 pontos de média.

"Ti-ti-ti" ficou em primeiro lugar com 32 pontos de média.

"Passione" ficou em primeiro lugar com 36 pontos de média.

"Tela Quente" ficou em primeiro lugar com 21 pontos de média.

MANHÃ:
"Fala Brasil" ficou em primeiro lugar com 8 pontos de média.

"Hoje em Dia" ficou em segundo lugar com 5 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"CSI Las Vegas" ficou em segundo lugar com 9 pontos de média.

"Ribeirão do Tempo" ficou em segundo lugar com 8 pontos de média.

"Debate com candidatos ao Governo de SP" dividiu segundo lugar com 6 pontos de média.

TARDE:
"Pérola Negra" ficou em segundo lugar com 6 pontos de média.

"Esmeralda" ficou em segundo lugar com 6 pontos de média.

"As Tontas Não Vão Ao Céu" ficou em terceiro lugar com 5 pontos de média.

"Programa do Ratinho" ficou em terceiro lugar com 4 pontos de média.

NOITE / HORÁRIO NOBRE:
"Canavial de Paixões" ficou em terceiro lugar com 4 pontos de média.

"Hebe" ficou em terceiro lugar com 5 pontos de média.

"A História de Ana Raio e Zé Trovão" ficou em segundo lugar com 8 pontos de média.


Cada ponto equivale a cerca de 60 mil TVs sintonizadas no programa.
Exceto destacado o contrário, os dados consolidados são referente ao Ibope medido na Grande São Paulo.




Eleições 2010: Bom Dia Brasil entrevista a candidata Dilma Rousseff

O Bom Dia Brasil continua uma série de entrevistas com os três principais candidatos à Presidência de República.

O segundo entrevistado por Renato Machado, Renata Vasconcelos e Miriam Leitão é a candidata pelo PT Dilma Rousseff.

A entrevista foi gravada, dividida em dois blocos, confira na íntegra:




TRANSCRIÇÃO:

Renata Vasconcellos: Candidata, são promessas suas de campanha: criar 500 unidades de pronto atendimento, o governo Lula criou 123; construir seis mil creches e pré-escolas, no governo Lula foram 1.800, menos de 1.800; construir mais de 2 milhões de casas populares, no governo Lula foi a metade. Por que o governo não fez em oito anos o que a senhora está prometendo fazer em quatro?

Dilma Rousseff: Primeiro porque naquele momento em que nós iniciamos o Brasil ainda tinha uma imensa dificuldade, tanto no que se refere ao problema das suas contas públicas quanto ao que se refere à inflação, que tinha chegado a 2%. E também pelo fato de que a gente ainda tinha uma dívida grande com o Fundo Monetário, quando o governo Lula começou. Quando a gente conquista todas as condições para que a gente possa colocar o investimento na ordem do dia, gerar mais emprego e colocar o programa de aceleração do crescimento é num segundo período do governo Lula e aí a gente tinha uma taxa de crescimento do Produto Interno Bruto em torno de 3,5 e 4%. Agora não. Agora o Brasil está crescendo em torno, nós calculamos para fazer o PAC 2, que são R$ 955 bilhões, ou seja quase um trilhão, nós estamos fazendo um cálculo até conservador, uma taxa de crescimento da economia de 5,5%, uma avaliação da taxa de inflação entre 4,5 e 5. E uma tendência decrescente do endividamento público chegando no final de 2014 com 28%. Fazendo todos esses cálculos, é consistente o gasto que eu apresento, ou seja, é possível garantir e assegurar que dá para fazer 500 UPAs, dá para fazer um investimento de quase R$ 45 bilhões em água tratada, esgoto, drenagem.

Renata Vasconcellos: Pois é, candidata, não são promessas, tudo bem, não deu para fazer em oito anos, mas agora em quatro anos, segundo a senhora, daria. Mas não são promessas quase impossíveis de serem cumpridas, por exemplo, quando a senhora sugere construir 10 mil quadras esportivas nas escolas. Para isso virar realidade seria preciso construir todo dia sete quadras durante quatro anos, na questão das creches, quatro por dia, sendo que cada creche demora seis meses. Enfim, e por aí vai, são mais de 1,3 mil casas por dia, não é difícil de cumprir?

Dilma Rousseff: Você sabe, quando a gente começou o Minha Casa Minha Vida e a gente colocou a meta para os empresários, que eles construíram o projeto junto com a gente, eles só queriam construir 200 mil. Hoje tem já contratadas mais de 600 mil casas do Minha Casa Minha Vida, já passou dos 500 mil. Tem uma coisa que é muito importante. Renata – Mas a senhora está propondo 2 milhões em quatro anos.

Dilma Rousseff: Tem uma coisa que é muito importante e que todo mundo conhece, que chama curva de aprendizado. A capacidade que o ser humano tem de aprender a fazer. Renato Machado – Foi bom candidata, desculpe interromper, foi bom candidata a senhora ter mencionado a palavra aprendizado. Eu tenho números aqui do IBGE. O Brasil tem o pior desempenho entre os países do Mercosul na evasão escolar e na reprovação de alunos. Por que o governo não conseguiu melhorar esses números, candidata?

Dilma Rousseff: Olha, o governo conseguiu dar um passo grande no que se refere à melhoria dos índices, do Ideb. Sobretudo pelo seguinte, nós tivemos um período, tanto no que se refere à educação quanto no que se refere à infraestrutura, sem investimento. Para você ter uma ideia, esse processo é um processo que começa, por exemplo, com uma proibição de investir em escolas técnicas. Você veja que o governo federal não podia fazer escolas técnicas no Brasil porque tinha uma condição feita por uma lei de 1998 que dizia o seguinte: só pode investir em escola técnica se a prefeitura ou o estado garantir o custeio. Quando nós voltamos a investir em escolas técnicas, nós fizemos 214 escolas técnicas.

Renata Vasconcellos: Mas hoje o país enfrenta uma escassez de mão de obra.

Dilma Rousseff: Em um século, até 2003, tinham sido feitas 140. Nós vamos deixar o governo tendo feito 214. Tem uma questão que é a seguinte, até foi o empresário Gerdau que me disse uma vez: meta é algo que você coloca para você para cumprir, se mobilizar para fazer. Essa é uma questão fundamental. Quando eu comecei a fazer o PAC, por determinação do presidente Lula, não existia projeto, Renata. Sabe o que é projeto? Não tinha projeto, não tinha projeto básico, não tinha nenhum processo que a gente chama prévia ou licenciamento, que é o projeto básico ambiental para você ter licença prévia. Nós mobilizamos os governos estaduais e os municipais. Hoje o Brasil está cada vez melhor nessa área. Nós, eu te asseguro, o PAC 2 ele reflete não é o aprendizado do governo federal, ele reflete o aprendizado das prefeituras, que melhoraram a qualidade dos seus projetos, e dos estados. Melhorou muito.

Miriam Leitão: Candidata, o BNDES tem feito escolhas de campeões, empresas para concentrar financiamentos. Alguns desses financiamentos são ruins, por exemplo, o financiamento para um frigorífico que quebrou três meses depois, um outro frigorífico foi para comprar um frigorífico no exterior que não criou emprego no Brasil. As empresas estatais estão crescendo, aumentando o número de empresas estatais, tudo lembra o ideário econômico do governo militar. Se a senhora for eleita, a senhora pretende reconstruir esse modelo, que entre outras coisas ruins, trouxe a escalada inflacionária?

Dilma Rousseff: Olha, Miriam, eu acho que o BNDES teve um papel importantíssimo. Quando veio o choque de crédito, você deve se lembrar, sumiu o crédito no Brasil, ao invés das empresas brasileiras quebrarem, elas não quebraram dessa vez, nem tampouco o governo federal quebrou. Nós saímos da crise. Fomos os últimos a entrar e os primeiros a sair. Um dos motivos foi o BNDES. Nós capitalizamos o BNDES com R$ 180 bilhões. Um país que não reage à crise a garantir os empregos, nós não fizemos só isso com o BNDES, nós reduzimos impostos, tanto na indústria automobilística quanto na linha branca.

Miriam Leitão: Ninguém tem dúvida do papel do BNDES, é importante. Mas assim...

Dilma Rousseff: Eu completo.

Miriam Leitão: Mas nesses casos específicos, esses casos que eu falei, a senhora não acha que houve um erro de gestão, um erro de escolha?

Dilma Rousseff: Não concordo. Acho que o BNDES tem uma taxa de inadimplência muito pequena, de 0,2%. Risco de crédito sempre há. Eu considero que o Brasil está numa outra etapa, diferentíssima dos governos militares. Primeiro, porque vivemos uma democracia e nós duas sabemos o valor da democracia, de você poder se expressar livremente, de ter liberdade de imprensa.

Miriam Leitão: Eu falei no ideário econômico, claro que não no ideário político.

Dilma Rousseff: Do ponto de vista econômico nós fomos completamente diferentes também. Pelo seguinte. Nós acreditamos na força da iniciativa privada no Brasil. Só não achamos que o estado, por isso, não tem de estar presente dando as condições para investimento. Então, vou te falar uma coisa. No Brasil, hoje, nós temos crédito de longo prazo graças ao BNDES. Sabe qual foi uma das maiores dificuldades para fazer o Programa de Aceleração do Crescimento, é que crédito de longo prazo no Brasil era cinco anos. Cinco anos você não faz hidroelétrica, não faz transposição do rio São Francisco, você não constrói gasoduto, você não faz grandes obras que o Brasil precisa para poder garantir que nós continuemos gerando os 14 milhões de empregos, mais de 14, vamos chegar a 15 milhões.

Renata Vasconcellos: Pois é, então, candidata, falando de investimentos, vamos falar de reforma. A reforma tributária. A senhora a pouco tempo, em uma entrevista recente, disse que a situação dos impostos no Brasil é caótica.

Dilma Rousseff: Eu acho.

Renata Vasconcellos: Então, porque em oito anos de governo o presidente Lula e a senhora não fizeram a reforma tributária?

Dilma Rousseff: Olha, nós enviamos várias reformas ao Congresso. Há um problema seríssimo, eu acho que vocês também sabem disso, que é o fato que sempre que você quer fazer uma reforma tributária coloca-se em cima da mesa a questão dos recursos entre os estados, a União e os municípios. Tem muito estado que não quer perder. Então, há uma dificuldade de fazer a reforma, mas eu quero dizer que o governo Lula tentou e algumas nós fizemos. Eu vou dar exemplo: o Super Simples, a isenção para as micro e pequenas empresas, o micro empreendedor individual. E isso, inclusive, é responsável por um dos mecanismos muito importantes do ponto de vista econômico, que foi a formalização tanto do emprego como das empresas. Eu vou fazer uma reforma tributária porque eu acho que eu tenho de colocar isso como prioridade. Primeiro, porque se não reduzir imposto de investimento, o país não ganha em competitividade. Segundo, porque também tem de diminuir a distorção com a tributação que existe sobre a folha de salários. Terceiro, porque tem uma coisa gravíssima no Brasil que é você tributar o mesmo produto de forma diferenciada entre os estados da federação, permitindo que entre produtos baratos, importe-se produtos e que haja uma competição desleal com ramos da economia.

Renato Machado: A senhora trabalhou durante mais de sete anos com a ex-ministra da Casa Civil, Erenice Guerra. Ela foi seu braço direito. A senhora nunca notou nenhuma irregularidade?

Dilma Rousseff: Eu, até hoje, nunca vi nenhuma prova e nenhuma ação inidônea da ex-ministra Erenice. Isso não significa que, em havendo denúncias, elas não tenham que ser apuradas. E eu acredito que ninguém está acima das suspeitas. Acho que tudo tem que ser apurado. Agora, eu não tenho, até hoje, nenhum conhecimento de um ato inidôneo da Erenice.

Renata Vasconcellos: Mas, candidata, houve demissão de, pelo menos, quatro pessoas, e o filho de Erenice Guerra trabalhava em órgãos da área de influência da Casa Civil. Parentes da ex-ministra ganharam cargos públicos. A senhora nunca reparou nada?

Dilma Rousseff: Olha, eu não, eu posso dizer, sim, com absoluta franqueza, eu nunca aceitei nem nomeação de parentes nem nomeação por critérios de amizade. Quem me conhece, eu tenho 25 anos de vida pública...

Renata Vasconcellos: Por que aconteceu, então?

Dilma Rousseff: Eu não tenho como responder por ela. Agora, acho que, até onde eu a conheci, ela era uma pessoa bastante idônea. E acho também que isso não significa que eu esteja defendendo a não apuração de responsabilidades. Eu acho que a maior interessada que se apure tudo sou eu. Eu quero que se apure qual é o nível de responsabilidade da ex-ministra Erenice em relação a esses fatos. Porque também resta ser provado que ela tem responsabilidades. É muito perigoso a gente ficar condenando as pessoas sem ter provas. Eu e a minha campanha, para vocês terem uma ideia, eu fiquei três meses sendo acusada, a minha campanha sendo acusada de ser responsável pela quebra de sigilo fiscal em um momento em que eu não era candidata, não era pré-candidata. Não tinha campanha, nem pré-campanha. A partir de agora, vocês até noticiaram, apareceu o responsável. Então, eu acho que merece apuração. Eu não vou fazer pré-julgamento em relação a quem quer que seja. Acho que tudo tem que ser rigorosamente investigado. Doa a quem doer.

Mirian Leitão: Ainda ficando nesse caso, a senhora inicialmente disse que era um caso, um factóide de um filho de uma ex-funcionária. Mas, depois o tempo foi passando e outras informações surgiram, e agora sabe-se que o caso envolve dois filhos, marido, irmão, sócio do filho. Assessores da Casa Civil, quatro foram demitidos até o momento. Eu queria saber o seguinte: é um factóide ou um caso que leva a quatro demissões, portanto um caso importante que envolve indícios claríssimos de nepotismo e outras coisas assim?

Dilma Rousseff: Sabe, Miriam, eu tenho a seguinte posição. A primeira denúncia dizia respeito ao filho da pessoa. Então, eu não posso ser responsabilizada pelo que faz o filho ou o parente de alguém. As respectivas pessoas envolvidas, elas vão ser objeto de uma investigação que inclusive foi pedida por nós, pela Polícia Federal. É fundamental que a gente tenha clareza antes de condenar. Faz parte da civilização a gente provar primeiro e julgar depois.

Mirian Leitão: Ele já admitiu que recebeu R$ 120 mil.

Dilma Rousseff: Mas ele recebeu. Ele é culpado. Se ele admitiu que recebeu e se acha que aquilo é indevido, ele é culpado. Então, ele vai pagar por isso. Agora, daí a fazer qualquer relação com a minha campanha é que são outras... Quer dizer, são outros quinhentos. Porque a minha campanha não está envolvida com essa história.

Renata Vasconcellos: Candidata, vamos falar de outra reforma importante. A senhora concedeu uma entrevista em maio e disse que é preciso, na época, estender a terceira idade um pouco mais para lá. Os jornais interpretaram essa sua declaração como uma defesa de mudanças nas regras da aposentadoria. Em seguida, a senhora disse que a imprensa tinha entendido tudo errado. A senhora poderia, então, esclarecer pra gente. Quer dizer, é preciso uma ideia mínima para quem se aposenta ou aumentar o tempo de contribuição?

Dilma Rousseff: Infelizmente, nesse dia, eu fiz uma brincadeira comigo mesma. Eu disse: a terceira idade, cada dia ela se estende um pouco pra lá. Eu tenho 62 anos, Renata. Era sobre isso que eu estava dizendo.

Renata Vasconcellos: O que é muito bom, é uma boa notícia se estender um pouco mais para lá.

Dilma Rousseff: O que acontece: eu acho que nós temos uma grande vantagem no Brasil. Nós temos a chamada janela demográfica. Nessa janela demográfica, o Brasil hoje tem mais jovens em idade de trabalhar do que a chamada população dependente: crianças e idosos.

Renata Vasconcellos: Mas a população está envelhecendo.

Dilma Rousseff: Pois é, mas esse é um processo que é de médio... Não é de curto prazo. O Brasil ainda tem, nessa janela demográfica, o que se calcula é para além de 2025. Eu acho que hoje você não tem um quadro para justificar uma grande alteração na estrutura da área brasileira no que se refere aos mecanismos de aposentadoria. Aliás, se a gente for ver o déficit da Previdência, o que você vai notar? Você vai notar que toda contribuição urbana é superavitária. O que que é deficitária? Deficitária são as políticas que a constituinte e a Constituição previram no que se refere, por exemplo, à aposentadoria dos trabalhadores rurais que não tinham contribuição prévia. Isso não é problema, eu diria assim, previdenciário. Isso é um problema decorrente de uma política pública adotada pelo Brasil. Eu não resolvo essa questão mudando a idade da aposentadoria. Eu posso fazer o que eu quiser, mas tem uma parte da população que quem tem que assumir o ônus pela política pública de aposentar o trabalhador rural é o Tesouro Nacional.

Mirian Leitão: Candidata, é o seguinte: saíram os dados agora do PNAD no IBGE, do saneamento. E eu estava com esperanças de ver um número melhor. Mas o número piorou. Caiu de 59,3% para 59,1% a cobertura de rede de esgoto, incluindo-se fossa séptica ligada à rede coletora, que é um número muito ruim. O Brasil tem tradicionalmente números muito ruins de saneamento. Por que é possível um número tão ruim? Como é possível que a gente chegou a esse número depois de sete anos do governo e dois anos do PAC?

Dilma Rousseff: Quatro. Eu vou tentar explicar por quê. Eu concordo contigo, eu acho que uma das coisas mais graves do Brasil é o fato de a gente não ter investido em saneamento. A proporção, os gastos com o saneamento nos períodos passados eram pífios, absolutamente pífios.

Mirian Leitão: Nesse governo também.

Dilma Rousseff: Não, nós elevamos o saneamento em três vezes. Levamos investimento para o saneamento. Nós investimos, no PAC, perto de R$ 40 bilhões, R$ 39 bilhões. O problema é o seguinte: quem investe no PAC? Quem investe em saneamento? Me desculpa, Míriam. Quem investe em saneamento é basicamente prefeituras e estado; os estados brasileiros e as prefeituras. O Governo Federal o que fez? Porque o Governo Federal não fazia isso não. Nós colocamos dois recursos: um recurso que foi Orçamento Geral da União. Tiramos do Governo Federal e colocamos à disposição de prefeituras e estados. E financiamos também, coisa que muita gente acha que é algo tranquilo. Ou seja, quem está recebendo dinheiro é quem está sendo responsável. Não é. Você sabe perfeitamente que havia um controle absoluto de financiamento no Brasil. Então, o que acontece? Os estados e as prefeituras levam em média 65 meses para concluir o processo de investimento entre fazer o projeto executivo, fazer o projeto básico, fazer a licença ambiental e contratar a obra. O processo de maturação das obras do PAC não é captado nessa PNAD. Ele vai ser captado na PNAD de 2011 e 2012, porque tem uma porção de obras em andamento. Isso vale para todos os estados da federação sem exceção: vale para Billings e Guarapiranga, vale para todas, por exemplo, vale para a Baixada.

Renato Machado: Candidata, desculpe, mais uma vez, eu interromper a senhora já no final da sua argumentação, mas estamos chegando ao fim do programa, e a senhora tem 30 segundos para fazer as suas considerações finais.

Dilma Rousseff: Eu concordo que tem muito o que fazer. Eu acredito que o Brasil hoje tem diante de si uma única oportunidade. Hoje, nós temos condição de seguir investindo no tratamento de água, no saneamento. Tem muita coisa para fazer, porque tem um processo longo do que não foi feito: fazer dois milhões de casas, construir seis mil creches, construir 500 UPAs. Mas sobretudo o que eu acho é que o Brasil achou seu rumo.

Renata Vasconcellos: Candidata, desculpe, eu vou ter que interrompê-la para que a gente possa fazer da mesma forma que fizemos com os outros candidatos.

Dilma Rousseff: Perfeito, eu te agradeço muito. E agradeço ao Renato e a Miriam pela oportunidade.

Fonte: Site do Bom Dia Brasil/TV Globo/Globo.com