segunda-feira, 23 de março de 2009

TV Band inaugura parte da nova programação de 2009 hoje

Na manhã dessa segunda-feira, 23 de março de 2009, a Band inaugurou uma nova programação com novos produtos jornalísticos, fazendo com que às manhãs da emissora fiquem com mais eficiência na informação e prestação de serviço.

Começa às 7h, com a apresentadora Millena Machado à frente do "TV Trânsito". Jornalístico dinâmico, com 10 minutos de informações concentradas nas condições do trânsito, estradas, tempo e aeroportos.

Do alto, o Comandante Hamilton Alves da Rocha, piloto que se transformou num experiente repórter aéreo com mais de 10 mil horas só na TV, mostra em tempo real as condições do tráfego nas principais vias. "O helicóptero é uma grande ferramenta para o jornalismo ao vivo", diz o Comandante Hamilton.

Na redação da Band, a jornalista Millena Machado complementa as informações com ajuda das câmeras da CET. "São Paulo tem uma frota de quase 7 milhões de carros, a cidade precisava de um produto assim. Também vamos informar sobre o transporte público e serviços do dia a dia como impostos, taxas e rodízio", diz Millena.




Em seguida, às 7h10, começa o "Primeiro Jornal". O noticiário nacional chega ao quarto ano de existência comemorando conquistas.
Em sua nova fase, o jornalista Fernando Vieira de Mello, âncora do noticiário, diz que o jornal ganha novo cenário e ampliará a participação ao vivo dos repórteres nas principais capitais. Ele ressalta ainda que a eficiente cobertura nacional e a mobilidade dos correspondentes da Band e da BBC na Europa, Ásia, Cairo e Estados Unidos fazem do "Primeiro Jornal" um noticiário completo.
"É um jornal que pretende estar em sintonia com as necessidades do telespectador da manhã que precisa sair de casa pronto para a batalha diária. No "Primeiro Jornal", o público vai encontrar notícias rápidas, precisas e de credibilidade, na qual se pode confiar", afirma Fernando Vieira de Mello.

E, às 7h40, começa o "São Paulo Acontece" trazendo o consagrado José Luiz Datena também às manhãs da Band. Dono de uma das maiores audiências da Band com o vespertino "Brasil Urgente", José Luiz Datena foi escalado para ocupar horário nas manhãs da emissora.

Datena vai pular cedo da cama para comandar das 7h40 às 8h10 o "São Paulo Acontece", noticiário voltado para a prestação de serviço.


"É um jornal de prestação de serviço que naturalmente não vai desprezar um grande caso policial. Se acontecer um grande caso policial, será notícia. Mas o foco não é policial, é totalmente serviço, trânsito, saúde pública, ou seja, cidadania. Vou ficar atento às coisas que não dão certo na cidade. Vou acordar gritando na orelha dos responsáveis", diz Datena.

Hoje, o programa de estréia, recebeu o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab.

Depois do "São Paulo Acontece" com o Datena, ainda a estrear, entrará no ar Patrícia Maldonado, Lorena Calabria e Daniel Bork com um novo formato de programa aos moldes do "Hoje em Dia", da TV Record.

Outra novidade, que estréia hoje, é o novo programa da apresentadora Silvia Poppovic, que retornou a Band.
Na hora do almoço, no "Boa Tarde", Silvia vai apresentar um programa de notícias que aprofunda a discussão sobre os temas mais importantes para o Brasil e o mundo, com convidados no estúdio e a participação do povo nas ruas.





quinta-feira, 19 de março de 2009

O que EU achei do Caso Marcelo Tas X Telefônica

COMUNICADO



Na quinta-feira, 26/03/09, Marcelo Tas (blog e twitter) entrou em contato, por e-mail, se mostrando insatisfeito com as minhas afirmações, no meu twitter (@gregoripavan) e no meu blog (http://gregoripavan.blogspot.com), atribuídas à pessoa dele.

O mesmo entende as afirmações como calúnia e difamação, além disso, informou que eu estaria infringindo os seus direitos autorais, uma vez que estaria usando um layout (no Twitter) “igual” ao dele.

Ele "sugeriu" ainda que o todo o conteúdo fosse retirado do ar ou acionaria a Justiça.


Eu, Gregori Pavan, saliento que em nenhum momento tive à intenção de ofender a honra ou moral de qualquer pessoa, muito menos a dele.


Consultei dois advogados, que me recomendaram que o conteúdo fosse mesmo retirado do ar, pois algumas afirmações poderiam “dar margem” à ofensa, e isso poderia gerar uma dor de cabeça desnecessária.

Sendo assim, as afirmações no twitter foram "deletadas" logo na quinta-feira (26/03/09), e hoje, 29/03/09, estou substituindo o post original no blog - escrito na quinta-feira, 19/03/09 -, por esse comunicado.


Para que não existam dúvidas, reitero meu absoluto e irrefreável descontentamento com o patrocínio da Telefônica aceito por Marcelo Tas.

Apesar de o mesmo dizer que “não foi comprado” ou “que se mantém imparcial”, se contrapõe à afirmação dele mesmo que argumenta que “não vai falar nem bem e nem mal”.
Entendo que o ato de falar ou mesmo de deixar de falar, ocasionado um fato externo - como um patrocínio -, é sim uma amostra de falta de neutralidade e imparcialidade.

Consequentemente, não conheço nenhum colaborador que fala “as verdades” da empresa na/para qual trabalha, pelo menos não que ainda faça parte do quadro de funcionários da mesma.
Em geral, essa função - de falar as verdades - é atribuída aos chamados “Ombudsman”, entretanto, notoriamente sabemos que, ao menos no Brasil, não conseguem exercer sua função com pleno vigor, o que é lamentável.

Acredito, que não é “unindo” sua imagem à de uma empresa como a Telefônica, que tem um histórico INCONTESTÁVEL de descaso e desrespeito não só com milhões de consumidores, mas com o Estado de São Paulo inteiro, seja algo positivo.
Só para citar e não haver dúvidas, a Telefônica é líder de reclamação do PROCON (SP) por 8 anos, sendo que o ranking é feito há 10 anos.
Também foi a responsável pelo "apagão de internet no Estado de São Paulo".
É a Telefônica também uma das pioneiras ao afronte do Decreto nº 6.523/08, que limita o tempo de atendimento ao cliente.

Acredito também, que essa parceria e essa conduta afrontam o que ele sempre pregou como pessoa e comunicador, e o que prega atualmente, em especial, em seu programa de TV, o CQC, na TV Band.

Acredito ainda, que uma pessoa na posição de comunicador, que enaltecer um serviço (Xtreme) moribundo e defeituoso que não atinge nem 1% da população - paulista -, não seja algo de grande mérito.

Portanto, ratifico meu total desprezo a tal conduta, porém respeito à posição do mesmo.

Meus sinceros votos de sucesso a todos envolvidos na questão.


Gregori Pavan


29 de março de 2009, às 15h35.




domingo, 15 de março de 2009

SDE reitera obrigação de disponibilização de gravação por empresas de Call Center

A Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça, publicou portaria no Diário Oficial da União, na última sexta-feira (13), ressaltando que as empresas de Call Center (ou telemarketing) tem OBRIGAÇÃO de, quando solicitado, disponibilizar ao consumidor cópia de uma gravação telefônica.

O SDE, através da portaria, demonstra que já está ciente de que algumas empresas não estão respeitando o Decreto nº 6.523/08, que está em vigor desde 1º de Dezembro de 2008, e deixa claro que isso é uma “prática abusiva” e que vai ser coibida dentro da lei, sendo passível de multas e sanções.

Além disso, a empresa que se recusar a disponibilizar a gravação será considerado como “presunção relativa de veracidade das reclamações”, ou seja, ao se recusar à empresa confirma que as reclamações do consumidor são verdadeiras e procedentes.

Isso mostra claramente que as empresas de Call Center estão IGNORANDO em absoluto o Decreto Presidencial. Uma vez que, notoriamente, elas já vinham se recusam a respeitar o prazo limite de espera - que é de 60 segundos -, se recusam a disponibilizar as gravações quando solicitado pelos clientes.

Não oferecem ainda atendimento de qualidade, não fizeram alteração em sua grade de atendimento automático, e pior, empresas de Call Center, para fugir da regra de 60 segundos, agora sequer atendem o consumidor – que liga e encontra quase sempre sinal de ocupado.

Confira a portaria, publicada sexta-feira, na íntegra:




sábado, 14 de março de 2009

O que EU acho do blogueiro Indra de Caminho das Índias

Esse personagem, o Indra (ao lado), interpretado pelo ator André Arteche, qual é a história do personagem?

É uma maneira da Rede Globo fazer chacota com os "blogueiros"?
Sempre quando vejo esse personagem, ele está fugindo da mulher - a personagem Norma, interpretada pela Dira Paes.

A Globo quer mostrar que "blogueiro" é bundão, é isso?

Ou insinuar que "blogueiro" só "gosta" de ficar no computador, e não se relaciona com mulher (homem, amigos, animais de estimação, enfim)? Ou até que não tem (pode ter) relacionamento sexual?

Sem martelar o assunto, pois acho que já demonstrei o que quero dizer.

Tenho pra MIM, que blogueiro nem de longe é herói, mas, é muito mais do que a Globo está apresentando!

Acho que, por exemplo, um ativista associado a uma "atividade de blogueiro" seria muito mais relevante, seja para novela, para os telespectadores, até mesmo os ativistas e os "blogueiros".
Tendo por base que é uma inovação, é um personagem único, e que por isso, obviamente, deve agregar uma caricatura genérica de um "blogueiro".

Se isso que está sendo apresentado é ser "blogueiro", desculpa, vou virar autor ou diretor de novela, rs.

A única certeza que tenho, até o momento, é que a Rede Globo, a autora Gloria Perez, e o diretor Marcos Schechtman tentaram "inventar história", e não estou gostando do que está sendo apresentado. Não conseguiram entender a essência de um blogueiro!




quinta-feira, 12 de março de 2009

Record passa a Globo até no Twitter

Não é só pela televisão que a Record passa o trator na Globo.

A "audiência" da Record (@tvrecord) no twitter, também é maior que a da Globo (@rede_globo)!

Observe: a TV Record tem 1,028 seguidores. Já a TV Globo tem 1,025 seguidores.

O print foi tirado hoje, 12/03/09, às 11h05. Ambos os twitter citados são os OFICIAIS das emissoras em questão.




quarta-feira, 11 de março de 2009

Sobre o Caso Doritos, o que EU acho

Antes, para entender...
HOJE, vi no @baunilha: Polêmica gerada a partir da propaganda de Doritos q discrimina Gays. Em q ano estamos msm? Isso ainda existe? http://migre.me/7pZ
Acessei o link e cai no post DORITOS X GAYS, no Blog do Celso Dossi.
Assisti o comercial e li o texto, apesar de já ter assistido a propaganda na tv - anteriormente - e não ter achado nada de mais, automaticamente dei razão ao seu texto, em que conota CLARAMENTE homofobia ao comercial de Doritos.
Twittei que não ia mais comprar Doritos.
A @dbrp (Débora Pinheiro) me replica no twitter, me chamando a atenção para um possível "exagero".
Mais alguns esclarecimentos: Não conheço, sequer acompanho pela Internet e não tenho nenhum tipo de relacionamento - nem virtual, nem com a @baunilha (Bruna Calheiros) e nem com o Celso Dossi. Achei a Bruna de enxerido que sou e sem querer!
Eis que me faro investigativo entra em ação...


Na semana passada, começou a ser veiculado na TV e em outras mídias um novo comercial de Doritos - um salgadinho da Elma Chips. Assista:



O comercial, que tem uma única versão, mostra quatro rapazes dentro de um carro, ao som de YMCA da banda Village People. Até que um dos garotos acaba, contagiado pelo som, fazendo a coreografia original da música. O que é motivo de espanto para os outros três garotos dentro do carro.

Para quem não sabe: o Village People é/foi uma banda disco norte-americana surgida boates gays nos EUA. Isso não quer dizer que só gay ouça ou só gay pode ouvir, ou vice-versa. Particularmente, ouço a música e não ligo uma coisa na outra, mas, não posso ser ignorante a ponto de dizer que não sei de onde veio, isso seria uma conduta imbecil.

Tendo por base essas informações, fui checar com a própria empresa o intuito do comercial. Primeiro visitei o site (http://www.doritos.com.br), e observei que realmente NÃO existia NENHUM posicionamento de preconceito, tratava-se de uma simples brincadeira. Mesmo assim, entrei em contato por telefone com a fabricante do produto, a Elma Chips. Nem é preciso dizer que fui muito bem atendido, e uma responsável pacientemente me explicou que realmente não houve nenhum cunho ofensivo, seja ele qual for, na brincadeira.

Até aí, eu já tinha mudado minha opinião.

Vale ressaltar: A ação publicitária tem várias vertentes, não só o comercial na TV. O fato de ter sido criado apenas um comercial, ou uma versão, pode ter gerado esse tipo de visão de ALGUNS telespectadores. Mas sejamos lógicos, não é barato veicular dois, três, sequer um comercial na TV. Pode observar que no site está bem mais explorada a idéia da propaganda.

Observando a história cultural da música, ou melhor - não a negando, percebemos que a Agência Cia de Cinema poderia sim ter "evitado" isso. É exatamente pra isso que existem as Agencias de publicidade, pensar, criar e obter o melhor.

Se o menino soltasse um "peido" (poderia ser engraçado, mas de mau gosto, mas ainda sim uma opção)? Não seria uma solução.

Se ele (o garoto) estivesse numa festa e dançasse ao "estilo John Tavolta"? Seria uma boa, uma vez que o "estilo" é próximo.

Chego à conclusão de que NÃO consigo ver, por parte do Doritos/Elma Chips, nenhuma posição homofobica, claustrofobia, heterofobica... e por ai vai, é apenas uma brincadeira! Não nego que poderia ter havido um cuidado maior, para que de nenhuma maneira fosse levantadas dúvidas quanto ao tom do comercial.




terça-feira, 10 de março de 2009

Unibanco é condenado por expor situação financeira de funcionária

A Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou recurso da União de Bancos Brasileiros S.A. – Unibanco contra decisão da Justiça do Trabalho da 9ª Região (PR) que o condenou ao pagamento de indenização por danos morais. O banco foi processado por trabalhadora que, em reunião, teve sua condição financeira exposta aos demais colegas de trabalho, e condenado a pagar uma quantia de R$ 10 mil a título de indenização.

Segundo relatado na inicial, toda manhã, os funcionários eram convocados a uma reunião em que a gerência os informava “de forma dura” que, se não atingissem as metas de vendas, o emprego estaria seriamente em risco. Em uma dessas reuniões, foi mencionado o status da conta corrente da empregada, que se encontrava “estourada”. Ela foi ainda citada em frente a todos os colegas (cerca de doze pessoas) como exemplo a jamais ser seguido, “sob pena de advertências e prejuízos da permanência como empregado na agência”.

Ainda segundo a trabalhadora, o gerente da agência recebia, toda manhã, a relação de clientes que estivessem com o limite do cheque especial extrapolado, e, à parte, recebia a de seus funcionários que se encontrassem na mesma situação. Sentindo-se humilhada, a trabalhadora ajuizou a reclamação trabalhista. O Unibanco defendeu-se alegando que jamais foi citado o nome de algum funcionário a fim de expor sua integridade física e moral. Os depoimentos das testemunhas foram contraditórios a esse respeito. A trabalhadora alegou também a enorme pressão que recebia para a venda de produtos. “Era dado um número para ser atingido no mês e alguns produtos para vendas e havia cobranças pelas vendas”, afirmou.

O juiz de primeiro grau aceitou o fato de a vítima ter sofrido assédio moral ao ter sua condição financeira exposta aos demais colegas durante reunião de trabalho, uma vez que “tudo aquilo que molesta gravemente a alma humana, ferindo-lhe gravemente os valores fundamentais inerentes à sua personalidade ou reconhecidos pela sociedade em que está integrado, qualifica-se, em linha de princípio, como dano moral”. A sentença considerou caracterizada a falta de ética patronal, sendo então “incontrastável o direito à indenização compensatória”.

Após ter seu recurso rejeitado pelo Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR), o banco recorreu ao TST. Mas o relator do processo na Quarta Turma, ministro Barros Levenhagen, observou que o TRT, ao examinar os documentos e depoimentos do processo, concluiu pela existência do assédio moral. Mudar este entendimento exigiria o reexame das provas, vedado pela Súmula nº 126 do TST. ( RR 10623/2005-015-09-00.3)

Fonte: Tribunal Superior do Trabalho