quarta-feira, 5 de março de 2008

BBB 8 - Reflexões

Big Brother Brasil 8Reflexões sobre os últimos acontecimentos:
Marcelo e Gyselle na verdade eram parceiros. No fundo não existia uma amizade verdadeira. Marcelo se encarregava de proteger a dupla e Gyselle servia como válvula de escape, ouvia o Marcelo.

Todo mundo tem a necessidade de conversar com alguém, seja pra falar bem de alguma coisa ou algo, seja o contrário, seja flertar... enfim... e Gyselle por sua vez tinha através do Marcelo acesso as pessoas da casa e a segurança, o que também é necessário.

No português claro: Marcelo era o soldado e Gyselle a base, mas não como todos pensam. Marcelo era a cabeça e a ação. Gyselle era onde ele descansava e desabafava.

Isso começou a degringolar quando Gyselle começou a não querer mais ouvir Marcelo. A primeira vista ele tentou não falar mais, mas como esperado não conseguiu. E ontem, como foi visto, o mineiro decidiu que aquele seria o último fora que ele levaria da cajuína e resolveu romper a parceria.

É fato que, com ou sem Marcelo, Gyselle não tem a menor estrutura de amizades para se manter na casa. Seja se manter no dia-a-dia, seja evitar um paredão. Ela mesma já confessou que tem dificuldades de se relacionar. Por isso ou estava totalmente sozinha ou com o Marcelo, que acabava fazendo as vias de anfitrião e inserindo ela na casa e nas conversas.

A discussão/briga toda foi em absoluto um absurdo. Marcelo NÃO agiu de maneira correta, falou coisas que não deveria ter falado, foi arrogante, mas de certa maneira não falou nenhuma ficção. Gyselle por sua vez também foi extremamente grossa e arrogante.

Os dois só perderam com a briga, seja frente à casa ou frente aos telespectadores. O grupo do “mal” (Thatiana e Rafinha...) tentou tirar proveito da situação, mas não houve e não vai haver êxito nessa empreitada.

Quero dizer mais uma vez e mais claro. Marcelo e Gyselle eram parceiros. Os dois decidiram acabar com a parceria. A maneira, o modo, o contexto, o momento, as atitudes... tudo, de ambas as partes foram errados. Ninguém acertou em nada, nem Gyselle e nem Marcelo.


“Pós-briga” Marcelo procurou Natália e Gyselle procurou o grupo do “mal”.
Que fiquei claro que Natália já o procurou quando “precisou”. E eu não acredito que ela tenha sido falsa, como agora não acredito que Marcelo esteja sendo falso. De qualquer maneira, sendo falso ou não os dois estão empatados. Se forem falsos vão perder território, se forem verdadeiros ganharão ainda mais território.

Gyselle procurou o grupo, que por motivos anteriores já estava contra Marcelo. Eles por sua vez não receberam Gyselle por gostarem dela e sim para tentar usá-la. E ela a mesma coisa. Por tanto, se Gyselle manter sua postura do começo do programa ela tem chances. Se ela tentar ir contra ou ajudar o grupo do “mal” não vai se dar bem.

Eu acho que diante de toda a situação, explanação e altura do programa já posso deixar claras as minhas DIREÇÕES em relação ao jogo.

Muitos pensam que eu quero que Marcelo ganhe. Errado. Claro que se for a final Thatiana ou Rafinha contra Marcelo é obvio que eu prefiro o Marcelo. Mas, desde que houve a briga com o Fernando, apesar de acabar apoiando Marcelo, eu também o retirei do hall do preferidos. Gyselle eu sempre evitei comentar porque não estava conseguindo ver o que é ela e pra onde ela vai. Ontem eu vi.

Foi uma decepção os dois? NÃO. Decepções maiores foram RAFINHA e MARCOS.

Então já quero “definir” o meu lado do jogo. Eu torço para que a Natália ganhe o programa (ponto).
Nesse momento, deixaria o 2º lugar para o Marcelo, 3º lugar para Gyselle, 4º lugar para Marcos, 5º lugar para Rafinha e 6º lugar para Thatiana.

Thatiana e Rafinha, na minha opinião e vontade não tem a menor chance de ganhar nada! Nem 3º lugar. Nem que Natália, Marcelo, Gyselle e Marcos tenham um enfarte coletivo e saiam do programa.

Marcos não merece nem primeiro e nem segundo lugar.

Marcelo e Gyselle alternarão entre o segundo e terceiro lugar, de acordo com suas atitudes daqui para frente.

Natália teria que errar muito, mas muito mesmo para sair do posto que eu a coloquei. Já vou dizendo, ela não é santa, ela não é burra... porém, é sim autêntica, carinhosa, simpática, brincalhona... e mais vários adjetivos bons.


Essa postura e opinião foram dadas com base que eu NÃO posso jogar uma bomba na casa, porque se pudesse essa seria a minha primeira e única opção. Eu estou cada vez mais descrente no formato do programa, na direção, na edição, na apresentação e nos participantes. E na TV Globo claro, que mantém esse lixo no ar.

O texto pode não ter saído uma obra prima, mas também não citei “mortos” para fazer parecer mais do que é.




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